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sábado, 24 de novembro de 2012

Novas impressoras branco e preto da Xerox potencializam pequenos escritórios



As multifuncionais Xerox WorkCentre 3315/3325 e a impresora Phaser 3320 produzem até 33 e 37 páginas por minuto, respectivamente – com a primeira página sendo impressa em até 6,5 segundos em cada máquina. Para trabalhos de impressão maiores, uma segunda bandeja de papel opcional permite aos usuários 520 páginas extra ao mesmo tempo, para permitir uma impressão extendida livre de interrupções. A qualidade de imagem de 1200 x 1200 dpi permite a impressões de materiais de venda, comunicados e faturas um aspecto profissional.

A WorkCentre 3325 e a Phaser 3320 já vêm com conectividade wi-fi interna, de forma que os escritorios podem colocar as impressoras em qualquer lugar, maximizando a produtividade e o fluxo de trabalho. Os dispositivos oferecem impressão dupla face, que reduz significativamente o consumo de papel. As empresas também podem reduzir gastos com cartuchos de impressão de alta capacidade disponíveis que requerem reposição menos frequente, trazendo economia de tempo e dinheiro.

Os benefícios adicionais para os colaboradores incluem: recursos de segurança, como a Secure Print, que mantêm os documentos confidenciais longe de destinatários não desejados; os serviços de scanner em cores das multifuncionais incluem digitalização para e-mail, para a rede e para pen drives; fax em cor e discagem rápida e gestão remota do dispositivo operado somente do computador com o sistema Xerox CentreWare

Fonte: Information Management 

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Orquestra de impressoras toca Bob Dylan


Impressoras antigas certamente irritavam alguns usuários com os sons emitidos ao realizar uma tarefa.
Com a evolução do dispositivo, os barulhos foram reduzidos e, atualmente, existem impressoras que pouco atormentam a vida das pessoas.
A empresa de Brother resgatou algumas impressoras e outros dispositivos aposentados para criar uma orquestra eletrônica. O evento com os gadgets foi criado para apresentar a nova linha de impressoras que, diferentemente das antecessoras, não produz ruídos.
Para explicar que os tempos estão mudando, a empresa escolheu a música ‘The Times They Are A-Changin’ de Bob Dylan. Confira abaixo o resultado da orquestra de impressoras barulhentas.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Revelação de fotos digitais e impressora 3D estão entre finalistas do INFO Start



Emílio Maciel, CEO do 55 Social e um dos finalistas do INFO Start
Por Marcos Vinicius Brasil, da INFO

São Paulo - Uma fabricante de impressoras 3D e uma empresa que revela fotos do Instagram estiveram entre as finalistas do INFO Start, premiação da INFO que indicou as startups mais inovadoras do Brasil em evento nesta quinta-feira (22), em São Paulo.
Após receber inscrições de todas as cinco regiões do Brasil, totalizando mais de 490 participantes, um júri formado por empreendedores, investidores e representantes de aceleradoras selecionou os nove finalistas que subirão ao palco para defender as suas ideias.
A categoria 16 Bits reúne startups em estágio mais avançado de desenvolvimento, enquanto a 8 bits reúne as empresas ainda em sua fase mais inicial. Conheça mais sobre estas empresas:
Categoria 16 Bits:
- 55Social - Chefiada por Emílio Maciel, que voltou ao Brasil depois de trabalhar no Groupon chinês, a empresa oferece soluções de mídias sociais para os seus clientes, tanto de software quanto de serviço. Segundo Maciel, a principal diferença em relação aos concorrentes é seu foco em resultados. “Outras empresas se preocupam em ter fotos bonitas. Nós nos preocupamos em mostrar números bonitos”, diz.
- Cliever Tecnologia - Responsável pela primeira impressora 3D totalmente brasileira. Estreou comercialmente em junho deste ano, e a empresa já conta com clientes como a Embraer. Seu foco é o mercado corporativo, mas com o baixo custo (4,5 mil reais) e versatilidade do equipamento, atende também artistas plásticos e dentistas.
Heap Up – Atua no mercado de pesquisas de opinião pela web. Reúne um painel com 11 mil pessoas cadastradas, dispostas a responder questionários em troca de benefícios – créditos em operadoras de celular, por exemplo.  Sua proposta é baratear esse tipo de serviço, e tornar possível para pequenas empresas e indivíduos fazerem suas próprias pesquisas. 
Scup - A empresa é fabricante de um software de monitoramento e administração de mídias sociais. Com ele, é possível cuidar de contas em diferentes redes a partir de um único painel, além de manter estatísticas e coletar dados do comportamento do usuário. Segundo dados da própria companhia, mais de 22 mil profissionais utilizam sua ferramenta.
Conheça também os finalistas na  categoria 8 BITS:
-  gBolso - Oferece uma solução online de administração de finanças. Seu mais novo produto, ainda em fase fechada de testes, é o mais audacioso desde o começo da companhia, em 2008. Ele é capaz de acessar automaticamente todas as transações bancárias feitas pelo usuário e as organiza sem que nenhum dado precise ser incluído manualmente. Assim é possível manter um controle preciso de qualquer movimentação.
Já Entendi - Criado pela educadora Gladys Mariotto, o Já Entendi é uma plataforma de ensino online. Sua principal ferramenta didática são vídeos curtos, que podem ser acessados pelo site da empresa. Eles abordam de filosofia a matemática, sempre com uma abordagem leve e rica em recursos audiovisuais. Colagens em cartazes, por exemplo, são comuns nos vídeos. Agora a empresa se prepara para lançar um aplicativo no iPad.
Tbit Tecnologia e Sistemas - A empresa de Lavras atua no mercado do agronegócio, e desenvolve ferramentas para análise e certificação de sementes. Seu projeto mais ambicioso é o Olho Digital do Café, uma máquina que será alugada a cooperativas para automatizar o processo de análise de grãos. O sistema já conta com um protótipo funcional e espera poder reduzir custos, além de tornar as análises mais precisas e confiáveis.
Fretejet - Criado por dois amigos, o projeto pretende melhorar a logística das empresas de frete brasileiras, que sofrem com o desperdício de rotas. Para isso, criaram um sistema em que as transportadoras registram os trajetos de seus caminhões, facilitando a conexão com empresas que estejam à procura de um serviço de frete. O modelo foi importado dos Estados Unidos e já conta com 43 companhias cadastradas.
Centpics - Para os que ainda gostam de revelar suas fotos em papel fotográfico, mas não conseguem desgrudar do Instagram, a Centpics oferece uma solução. Pelo site da empresa é possível fazer o upload de imagens guardadas em redes sociais e imprimi-las sem sair de casa. As fotos são enviadas pelo correio e podem incluir bordas coloridas em diversos tamanhos. No ar há menos de um mês, o projeto já recebeu mais de 200 pedidos de revelação.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Impressora da Toshiba apaga tinta de documento para reutilizar papel


Do G1, com France Press

Funcionária da Toshiba demonstra nova impressora que reutiliza papéis (Foto: Yoshikazu Tsuno/AFP)Funcionária da Toshiba demonstra impressora
que reutiliza papéis (Foto: Yoshikazu Tsuno/AFP)
A Toshiba Tec apresentou uma nova impressora que apaga a tinta de documentos para serem reutilizados como folhas de papel em branco. Chamada “Loops”, a impressora é composta por duas máquinas: a primeira é uma fotocópia que usa toners com tinta removível. A segunda vem com um aquecedor que aplica calor no papel para limpá-lo.

Conforme a "ABC News", o sistema tem a capacidade de apagar 30 folhas por minuto, reduzindo a quantidade de papel utilizado em 80%, de acordo com um porta-voz da empresa, que é subsidiária da gigante de eletrônicos japonesa Toshiba. A máquina seleciona e elimina os papéis danificados depois da "reciclagem". Cada folha pode ser reutilizada até cinco vezes.
A Toshiba Tec espera lançar a impressora no mercado japonês em fevereiro por 1,41 milhões de ienes, ou mais de US$ 17 mil, conforme a “ABC News”. A máquina deve chegar ao mercado internacional em maio de 2013.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Chegou a hora de encarar de forma prática a Política Nacional de Resíduos Sólidos



Secretário afirma que fase de teorias já passou.

A Política Nacional de Resíduos Sólidos foi o tema central do VIII Seminário de Resíduos (Recicle Cempre) que começou na manhã da terça-feira 06/11, em São Paulo. O secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Pedro Wilson Guimarães, participou da abertura. O evento, iniciativa do Cempre - Compromisso Empresarial para a Reciclagem, finalizou o dia 8.

“Temos que passar da teoria à prática”, afirmou o secretário. “O importante é fazer, e não só dizer que vamos fazer. A questão básica que debatemos foi a importância de estarmos atentos para acompanhar as obras da Copa do Mundo e a produção e consumo sustentáveis durante o evento". 

Durante o seminário, foram apresentadas iniciativas de diferentes setores que promovem e incentivam o gerenciamento integrado dos resíduos sólidos, a reciclagem e a educação ambiental. Palestras abordaram ações práticas em favor da Política Nacional de Resíduos Sólidos, com a apresentação de cases desenvolvidos pelo setor empresarial, ações para a gestão de embalagens pós-consumo e iniciativas bem-sucedidas entre prefeituras e cooperativas de catadores.

Conceito

O Cempre é uma associação sem fins lucrativos dedicada à promoção da reciclagem dentro do conceito de gerenciamento integrado do lixo. Tem como missão promover o conceito do gerenciamento integrado do resíduo sólido municipal; promover a co-reciclagem pós-consumo; difundir a educação ambiental com foco na teoria dos 3 Rs (Reduzir, Reutilizar e Reciclar). Foi parceiro do MMA na edição do primeiro Caderno de Consumo Sustentável sobre reciclagem, “Consumir sem desperdício”. 

Além da Política Nacional de Resíduos Sólidos, o evento debateu, ainda os seguintes temas: “responsabilidade socioambiental e a contribuição da indústria da reciclagem”, ações públicas municipais, contribuição das cooperativas de catadores e de entidades corporativas em favor da reciclagem no Brasil

Fonte: Minstério do Meio Ambiente

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

EM SEMANA DE FERIADO TEMOS PREÇOS E CONDIÇÕES PARA VOCÊ ANTECIPAR O SEU PEDIDO.

Na próxima quinta feira, 15 de novembro, é feriado nacional em homenagem a Proclamação da República feita em 1889, pelo Marechal Deodoro da Fonseca.

Marechal Deodoro da Fonseca, militar e político brasileiro, proclamou a República Brasileira, derrubando a monarquia constitucional parlamentarista do Império do Brasil, no dia 15 de novembro de 1889, pondo fim à soberania de Dom Pedro II.

A proclamação aconteceu na Praça da Aclamação, atual Praça da República, na cidade do Rio de Janeiro, na época, capital do Brasil.

No mesmo dia foi instituído um governo provisório, que tinha o Marechal Deodoro como presidente e o Marechal Floriano Peixoto como vice.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

iPhone 5: usuários utilizam impressoras 3D para criar adaptadores para o Elevation



iPhone 5: usuários utilizam impressoras 3D para criar adaptadores para o Elevation Dock(Fonte da imagem: Reprodução/Wired)
Você já deve ter ouvido falar do Elevation Dock. Trata-se, possivelmente, de um dos melhores docks já fabricados para o iPhone. O problema é que o ElevationLab demorou muito tempo para entregar os exemplares a quem resolveu financiar a ideia. Como consequência, o belo aparato acabou saindo logo antes do lançamento do iPhone 5 — que vem munido de um conector diferente, o Lightning. Como resolver? Simples: basta ter uma impressora 3D.
De fato, foi isso o que alguns usuários fizeram. Incapazes de simplesmente acabar com um novo peso de papel reluzente sobre suas mesas, eles resolveram imprimir adaptadores, resolvendo assim o problema da incompatibilidade — embora não se saiba ao certo se o aparelho ainda seria capaz de resistir às chacoalhadas do vídeo promocional da fabricante.
iPhone 5: usuários utilizam impressoras 3D para criar adaptadores para o Elevation Dock(Fonte da imagem: Reprodução/Wired)
Naturalmente, a ElevationLab acabou produzindo um adaptador oficial, que atualmente é distribuído — só que as impressoras foram muito mais rápidas. De qualquer forma, o que poderia ser apenas mais um equipamento obsoleto acabou atualizado — e de uma forma bastante inusitada.
Ademais, caso você considere que a Apple “passou a bola” da produção de docks adiante, o Elevation permanece como uma boa proposta.

Por Carlos Eduardo Ferreira em 7 de Novembro de 2012

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Canon quer imprimir sua marca


Mais conhecida pela produção de câmeras fotográficas, a fabricante japonesa agora quer crescer no mercado de impressoras de grandes formatos.

Por Flavia GIANINI, enviada especial a Tóquio
A japonesa Canon é uma das potências do mercado mundial de tecnologia. Os últimos anos, no entanto, têm sido desafiadores para a empresa, que fabrica de câmeras fotográficas a impressoras. 

Com 80% do seu faturamento dependente do mercado externo, a companhia viu seu lucro operacional cair 42% de julho a setembro, na comparação anual, totalizando US$ 888 milhões, valor abaixo da previsão anterior, de US$ 1,2 bilhão. Além da valorização da moeda japonesa, o resultado foi atribuído aos impactos da crise internacional. 

O tsunami ocorrido no Japão e em boa parte da costa asiática, em 2011, também afetou o desempenho.
 
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Jun Otsuka, presidente: "Queremos ser uma empresa de processamento de imagens'' 
 
Diante desse cenário, a estratégia para acelerar a expansão já está definida: investir na América Latina, com destaque para o Brasil. A peça-chave nesse processo é Jun Otsuka, presidente da Canon no País. O plano liderado por ele prevê reforço do segmento de impressoras para clientes corporativos. “A Canon vive uma transição”, diz Otsuka. “O que fizemos foi identificar nichos que farão a empresa a crescer, principalmente nos mercados emergentes”, afirma. No Brasil, a Canon detém 9% do mercado de impressoras de grandes formatos. A expectativa é de que até o fim do ano ela alcance 15% de participação e, em 2017, dobre para 30%. 
 
O plano de Otsuka é buscar áreas que, segundo sua avaliação, são pouco exploradas por HP e Sony, suas concorrentes. “Enquanto elas dão atenção a um mercado quase estacionado, o de impressões domésticas, há um nicho inexplorado, que é o de vendas para escritórios”, afirma. O alvo da Canon é o cliente de porte médio, como escolas e algumas fábricas. 

O argumento para atrair esse público é de que, com o valor gasto com impressões em um mês, esses locais poderiam adquirir uma máquina própria. A estratégia da Canon também engloba a venda de serviços. Um deles é o de computação em nuvem, conectando as impressoras à web. “Vamos diversificar os negócios para além dos equipamentos”, diz Otsuka.“Queremos ser conhecidos como uma empresa de processamento de imagens”, afirma.
 
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Alta demanda por impressoras 3D surpreende empresas brasileiras


Empresas brasileiras de impressão 3D lidam com demanda maior que sua capacidade de produção. Foto: Miagui Imagevertising/Divulgação
Empresas brasileiras de impressão 3D lidam com demanda maior que sua capacidade de produção
Foto: Miagui Imagevertising/Divulgação

No início, foi uma aposta. Acreditando que haveria procura no mercado por impressoras 3D de baixo custo, jovens empreendedores brasileiros lançaram iniciativas destinadas a conquistar um público ávido pelas novidades que estavam fazendo sucesso no Exterior. Apostando nesse interesse, procuraram o financiamento coletivo na internet ou arcaram com recursos próprios para botar em prática o projeto. A visão se confirmaria meses depois: a alta demanda compensou a necessidade do investimento inicial e permitiu a eles arrecadar mais do que o necessário para o início da fabricação. Hoje, essas empresas "sofrem" com o excesso de pedidos.
Essa história é comum a duas pequenas empresas brasileiras de impressão 3D. A Cliever, fundada em 2011, e a Metamáquina, criada este ano, são dois exemplos do crescimento desse setor. Apesar de ainda pouco conhecida do grande público, a impressão 3D tem utilidade reconhecida em diversas áreas, da saúde à moda, e expande seus horizontes a todo momento. Afinal, agora qualquer ideia pode se transformar em um objeto.
A impressão 3D atingiu seu ponto de virada: está migrando de um público restrito - os early adopters - para aquelas pessoas que apenas desejam imprimir algo bacana, muitas vezes fabricado ou idealizado por elas próprias. É um meio-termo entre a produção de massa e a customização dos objetos - esta muito valorizada pelos entusiastas da tecnologia, apesar de a complexidade dos itens fabricados ainda ser baixa. Mas, afinal, qual a utilidade de uma impressora 3D?
"Com ela, você pode fazer o que sua imaginação mandar", resume Rodrigo Krug, 26 anos, fundador da Cliever. Disponível no mercado desde julho pelo valor de R$ 4,5 mil, o primeiro lote de impressoras 3D prontas para uso está esgotado, com encomendas realizadas até o final de 2012. A pequena empresa, fundada em Porto Alegre, conta hoje com uma equipe de cinco pessoas. Seus principais clientes são empresas de pequeno e médio porte. "Aqui no Brasil ainda não havia muitas referências quando começamos, então nos focamos no mercado corporativo", ele afirmou ao Terra. Krug estima que haja 25 modelos de sua Cliever CL-1 em funcionamento no País - número que deve crescer para 100 ainda este ano.
Outra empresa que está arcando com o excesso de pedidos é a Metamáquina, sediada em São Paulo. Também com o objetivo de disponibilizar impressoras 3D de baixo custo no Brasil, os jovens Felipe Sanches, Filipe Moura e Rodrigo Rodrigues da Silva uniram empreendedorismo e ativismo para lançar a Metamáquina 3D neste ano. Eles venderam 30 máquinas em seis meses, têm encomendas até o fim de 2012 e planejam ampliar muito sua produção no ano que vem, de acordo com Rodrigo. O equipamento conta com hardware aberto e software livre - e o espírito colaborativo orienta toda a produção do grupo.
"Queremos mudar o paradigma, fomentar esse espírito de criar coisas em casa, de usar a impressão 3D para explorar diversas possibilidades. Com a opção de fabricar objetos por um preço que não é descomunal, estamos abrindo as portas para a Terceira Revolução Industrial", acredita Rodrigo. "Pelo preço de um bom microcomputador, você coloca nas mãos de uma pessoa o poder de criar", afirmou, em entrevista ao Terra.
Futuro
O otimismo não é apenas do empreendedor brasileiro. Conhecido como um teórico positivo, Chris Anderson crê que essas máquinas vão mudar o mundo. É dele a ideia de que o conceito da impressão em três dimensões representa o início de uma nova revolução industrial. Em breve - dentro de alguns anos - haverá impressoras 3D à venda no varejo por apenas US$ 99, segundo previsão de Anderson. Ele também editor-chefe da revista Wired, cuja edição de outubro destaca o modelo Replicator 2, da Makerbot Industries.
As previsões de Chris Anderson estão no livro Makers: The New Industrial Revolution, lançado no início deste mês nos Estados Unidos. O autor exalta a facilidade de manuseio da Replicator 2 ("não é preciso um fim de semana de luta com um software que faz o Linux parecer fácil") e seu design ("como Darth Vader dirigindo uma Super Máquina enquanto é transportado no ar por um avião espião Nighthawk"). Quase 13 mil impressoras 3D já foram vendidas pela Makerbot desde que a empresa foi fundada, no início de 2009. Atualmente, o cofundador da companhia, Bre Pettis, emprega 125 pessoas - trabalhadores que, para Anderson, estão "criando o futuro da indústria".
Iniciativas
Alguns eventos recentes têm divulgado a impressão 3D para um público mais amplo. O primeiro grande evento do setor no mundo, o 3D Printshow, foi realizado em Londres nos dias 20 e 21 de outubro com o tema "A internet mudou o mundo nos anos 1990. O mundo está prestes a mudar novamente". Reunindo mais de 70 expositores, entre grandes empresas e iniciativas recentes, a exposição abordou diversos aspectos da indústria: além da mostra de produtos, também houve discussões sobre o mercado, direitos autorais e o futuro da impressão 3D.
No Brasil, uma competição de design voltada para a impressão 3D começou a receber inscrições em setembro e continua aberta até o dia 8 de novembro. O Desafio 3D da Designoteca promove a ideia da customização, de produtos que, em geral, não são encontrados à venda, mas podem ser imaginados e criados por qualquer pessoa com uma dessas impressoras. É permitida a participação sem que haja limite na quantidade de designs enviados, e o vencedor leva uma impressora 3D, enquanto os cinco primeiros colocados ganham, cada um, um troféu personalizado - fabricado, é claro, por uma impressora 3D.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Lexmark supera estimativas, espera fechar vendas atrasadas


A fabricante de impressoras Lexmark publicou resultados melhores do que o esperado no terceiro trimestre devido a encargos menores relativos a reestruturação e disse que suas margens cresceram à medida que a companhia transferiu seu foco para softwares e digitalização de imagens.
A Lexmark está no meio de um processo de mudança de direção, com o qual pretende abandonar a fabricação de impressoras de jato de tinta pouco rentáveis em busca de operações corporativas.
As vendas contraíram 11 por cento no trimestre, e a companhia projeta outro declínio de 10 a 12 por cento no quarto trimestre, com sua transição estratégica prejudicada por um mercado fraco no setor tecnológico, particularmente na Europa.
Mas sua ação chegou a subir 4 por cento na bolsa de valores de Nova York, já que a companhia anunciou um salto nas margens de lucro bruto de 37,4 por cento no ano passado para 40 por cento, e disse que espera recapturar algumas das grandes vendas atrasadas no terceiro trimestre.
"Na América do Norte, embora estejamos desapontados pelo fato de que muitas transações grandes não foram concluídas no trimestre, a maioria das quais acreditamos ter sido atrasadas e não perdidas", disse o vice-presidente financeiro da Lexmark, John Gamble, em teleconferência.
"Esperamos que elas sejam fechadas nos próximos trimestres", disse.
A Lexmark praticamente não lucrou no trimestre, frente a um lucro de 67 milhões de dólares ou 0,86 dólar por ação no ano anterior.
Mas excluindo itens não recorrentes, a companhia lucrou 0,94 dólar por ação, superando as expectativas de analistas de lucro de 0,78 dólar por ação com receita de 911,6 milhões de dólares. A receita, de 919 milhões de dólares, também superou expectativas.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

A cada minuto são impressas dois milhões de páginas na EMEA

O volume de páginas impressas em impressoras domésticas e empresariais a nível mundial caiu 1% entre 2010 e 2011, refere a IDC num estudo recente sobre o mercado de impressão, que revela terem sido impressas durante o ano passado cerca de três biliões de páginas.

Segundo a IDC, as regiões com países em desenvolvimento registaram um aumento no número de impressões (7.5%), enquanto os mercados mais desenvolvidos imprimiram menos 5% de páginas durante 2011, face ao ano anterior.

O estudo indica que a região da EMEA - Europa, Médio Oriente e África - refletiu as tendências registadas a nível mundial, com os países da Europa ocidental a mostrar uma redução de 3% no número de impressões efetuadas, enquanto as zonas da Europa central, oriental, o Médio Oriente e África (CEMA) mostraram um aumento de 2%. Contas feitas, a EMEA registou uma ligeira quebra no número de páginas impressas.

"No total, mais de dois milhões de páginas foram impressas na região da EMEA a cada minuto" detalha Ilona Stankeova, responsável pela área de dispositivos de impressão e soluções de documentação da IDC para a zona CEMA.

A IDC explica a redução do número de impressões na Europa com a redução "considerável" do número médio de páginas impressas por cada dispositivo de impressão, cuja base instalada até aumentou durante 2011.

"Após um pico no volume de páginas em 2010, o mercado da impressão doméstica e empresarial na Europa ocidental atingiu a maturidade e deverá entrar em declínio nos próximos anos" refere por outro lado Mario Lombardo, analista sénior da IDC para as áreas dos dispositivos de impressão e soluções de documentação.

O estudo da IDC faz ainda referência ao volume de páginas impressas em 2011 com base na tecnologia de impressão, bem como nos fabricantes de impressoras. No primeiro caso, se a tecnologia de jato de tinta continuou a dominar a base instalada de equipamentos em 2011, foi a tecnologia a laser monocromática a responsável pelo maior número de impressões efetuadas no formato A4.

Já ao nível dos fabricantes responsáveis pela impressão domaior número de páginas no formato A4, a HP, Canon e Xerox fixaram-se nos três primeiros lugares durante 2011, na região da EMEA.

Eis os quadros da IDC: 

Quadro tecnologias impressão



Quadro Fabricantes

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico