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segunda-feira, 12 de novembro de 2012

EM SEMANA DE FERIADO TEMOS PREÇOS E CONDIÇÕES PARA VOCÊ ANTECIPAR O SEU PEDIDO.

Na próxima quinta feira, 15 de novembro, é feriado nacional em homenagem a Proclamação da República feita em 1889, pelo Marechal Deodoro da Fonseca.

Marechal Deodoro da Fonseca, militar e político brasileiro, proclamou a República Brasileira, derrubando a monarquia constitucional parlamentarista do Império do Brasil, no dia 15 de novembro de 1889, pondo fim à soberania de Dom Pedro II.

A proclamação aconteceu na Praça da Aclamação, atual Praça da República, na cidade do Rio de Janeiro, na época, capital do Brasil.

No mesmo dia foi instituído um governo provisório, que tinha o Marechal Deodoro como presidente e o Marechal Floriano Peixoto como vice.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

iPhone 5: usuários utilizam impressoras 3D para criar adaptadores para o Elevation



iPhone 5: usuários utilizam impressoras 3D para criar adaptadores para o Elevation Dock(Fonte da imagem: Reprodução/Wired)
Você já deve ter ouvido falar do Elevation Dock. Trata-se, possivelmente, de um dos melhores docks já fabricados para o iPhone. O problema é que o ElevationLab demorou muito tempo para entregar os exemplares a quem resolveu financiar a ideia. Como consequência, o belo aparato acabou saindo logo antes do lançamento do iPhone 5 — que vem munido de um conector diferente, o Lightning. Como resolver? Simples: basta ter uma impressora 3D.
De fato, foi isso o que alguns usuários fizeram. Incapazes de simplesmente acabar com um novo peso de papel reluzente sobre suas mesas, eles resolveram imprimir adaptadores, resolvendo assim o problema da incompatibilidade — embora não se saiba ao certo se o aparelho ainda seria capaz de resistir às chacoalhadas do vídeo promocional da fabricante.
iPhone 5: usuários utilizam impressoras 3D para criar adaptadores para o Elevation Dock(Fonte da imagem: Reprodução/Wired)
Naturalmente, a ElevationLab acabou produzindo um adaptador oficial, que atualmente é distribuído — só que as impressoras foram muito mais rápidas. De qualquer forma, o que poderia ser apenas mais um equipamento obsoleto acabou atualizado — e de uma forma bastante inusitada.
Ademais, caso você considere que a Apple “passou a bola” da produção de docks adiante, o Elevation permanece como uma boa proposta.

Por Carlos Eduardo Ferreira em 7 de Novembro de 2012

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Canon quer imprimir sua marca


Mais conhecida pela produção de câmeras fotográficas, a fabricante japonesa agora quer crescer no mercado de impressoras de grandes formatos.

Por Flavia GIANINI, enviada especial a Tóquio
A japonesa Canon é uma das potências do mercado mundial de tecnologia. Os últimos anos, no entanto, têm sido desafiadores para a empresa, que fabrica de câmeras fotográficas a impressoras. 

Com 80% do seu faturamento dependente do mercado externo, a companhia viu seu lucro operacional cair 42% de julho a setembro, na comparação anual, totalizando US$ 888 milhões, valor abaixo da previsão anterior, de US$ 1,2 bilhão. Além da valorização da moeda japonesa, o resultado foi atribuído aos impactos da crise internacional. 

O tsunami ocorrido no Japão e em boa parte da costa asiática, em 2011, também afetou o desempenho.
 
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Jun Otsuka, presidente: "Queremos ser uma empresa de processamento de imagens'' 
 
Diante desse cenário, a estratégia para acelerar a expansão já está definida: investir na América Latina, com destaque para o Brasil. A peça-chave nesse processo é Jun Otsuka, presidente da Canon no País. O plano liderado por ele prevê reforço do segmento de impressoras para clientes corporativos. “A Canon vive uma transição”, diz Otsuka. “O que fizemos foi identificar nichos que farão a empresa a crescer, principalmente nos mercados emergentes”, afirma. No Brasil, a Canon detém 9% do mercado de impressoras de grandes formatos. A expectativa é de que até o fim do ano ela alcance 15% de participação e, em 2017, dobre para 30%. 
 
O plano de Otsuka é buscar áreas que, segundo sua avaliação, são pouco exploradas por HP e Sony, suas concorrentes. “Enquanto elas dão atenção a um mercado quase estacionado, o de impressões domésticas, há um nicho inexplorado, que é o de vendas para escritórios”, afirma. O alvo da Canon é o cliente de porte médio, como escolas e algumas fábricas. 

O argumento para atrair esse público é de que, com o valor gasto com impressões em um mês, esses locais poderiam adquirir uma máquina própria. A estratégia da Canon também engloba a venda de serviços. Um deles é o de computação em nuvem, conectando as impressoras à web. “Vamos diversificar os negócios para além dos equipamentos”, diz Otsuka.“Queremos ser conhecidos como uma empresa de processamento de imagens”, afirma.
 
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Alta demanda por impressoras 3D surpreende empresas brasileiras


Empresas brasileiras de impressão 3D lidam com demanda maior que sua capacidade de produção. Foto: Miagui Imagevertising/Divulgação
Empresas brasileiras de impressão 3D lidam com demanda maior que sua capacidade de produção
Foto: Miagui Imagevertising/Divulgação

No início, foi uma aposta. Acreditando que haveria procura no mercado por impressoras 3D de baixo custo, jovens empreendedores brasileiros lançaram iniciativas destinadas a conquistar um público ávido pelas novidades que estavam fazendo sucesso no Exterior. Apostando nesse interesse, procuraram o financiamento coletivo na internet ou arcaram com recursos próprios para botar em prática o projeto. A visão se confirmaria meses depois: a alta demanda compensou a necessidade do investimento inicial e permitiu a eles arrecadar mais do que o necessário para o início da fabricação. Hoje, essas empresas "sofrem" com o excesso de pedidos.
Essa história é comum a duas pequenas empresas brasileiras de impressão 3D. A Cliever, fundada em 2011, e a Metamáquina, criada este ano, são dois exemplos do crescimento desse setor. Apesar de ainda pouco conhecida do grande público, a impressão 3D tem utilidade reconhecida em diversas áreas, da saúde à moda, e expande seus horizontes a todo momento. Afinal, agora qualquer ideia pode se transformar em um objeto.
A impressão 3D atingiu seu ponto de virada: está migrando de um público restrito - os early adopters - para aquelas pessoas que apenas desejam imprimir algo bacana, muitas vezes fabricado ou idealizado por elas próprias. É um meio-termo entre a produção de massa e a customização dos objetos - esta muito valorizada pelos entusiastas da tecnologia, apesar de a complexidade dos itens fabricados ainda ser baixa. Mas, afinal, qual a utilidade de uma impressora 3D?
"Com ela, você pode fazer o que sua imaginação mandar", resume Rodrigo Krug, 26 anos, fundador da Cliever. Disponível no mercado desde julho pelo valor de R$ 4,5 mil, o primeiro lote de impressoras 3D prontas para uso está esgotado, com encomendas realizadas até o final de 2012. A pequena empresa, fundada em Porto Alegre, conta hoje com uma equipe de cinco pessoas. Seus principais clientes são empresas de pequeno e médio porte. "Aqui no Brasil ainda não havia muitas referências quando começamos, então nos focamos no mercado corporativo", ele afirmou ao Terra. Krug estima que haja 25 modelos de sua Cliever CL-1 em funcionamento no País - número que deve crescer para 100 ainda este ano.
Outra empresa que está arcando com o excesso de pedidos é a Metamáquina, sediada em São Paulo. Também com o objetivo de disponibilizar impressoras 3D de baixo custo no Brasil, os jovens Felipe Sanches, Filipe Moura e Rodrigo Rodrigues da Silva uniram empreendedorismo e ativismo para lançar a Metamáquina 3D neste ano. Eles venderam 30 máquinas em seis meses, têm encomendas até o fim de 2012 e planejam ampliar muito sua produção no ano que vem, de acordo com Rodrigo. O equipamento conta com hardware aberto e software livre - e o espírito colaborativo orienta toda a produção do grupo.
"Queremos mudar o paradigma, fomentar esse espírito de criar coisas em casa, de usar a impressão 3D para explorar diversas possibilidades. Com a opção de fabricar objetos por um preço que não é descomunal, estamos abrindo as portas para a Terceira Revolução Industrial", acredita Rodrigo. "Pelo preço de um bom microcomputador, você coloca nas mãos de uma pessoa o poder de criar", afirmou, em entrevista ao Terra.
Futuro
O otimismo não é apenas do empreendedor brasileiro. Conhecido como um teórico positivo, Chris Anderson crê que essas máquinas vão mudar o mundo. É dele a ideia de que o conceito da impressão em três dimensões representa o início de uma nova revolução industrial. Em breve - dentro de alguns anos - haverá impressoras 3D à venda no varejo por apenas US$ 99, segundo previsão de Anderson. Ele também editor-chefe da revista Wired, cuja edição de outubro destaca o modelo Replicator 2, da Makerbot Industries.
As previsões de Chris Anderson estão no livro Makers: The New Industrial Revolution, lançado no início deste mês nos Estados Unidos. O autor exalta a facilidade de manuseio da Replicator 2 ("não é preciso um fim de semana de luta com um software que faz o Linux parecer fácil") e seu design ("como Darth Vader dirigindo uma Super Máquina enquanto é transportado no ar por um avião espião Nighthawk"). Quase 13 mil impressoras 3D já foram vendidas pela Makerbot desde que a empresa foi fundada, no início de 2009. Atualmente, o cofundador da companhia, Bre Pettis, emprega 125 pessoas - trabalhadores que, para Anderson, estão "criando o futuro da indústria".
Iniciativas
Alguns eventos recentes têm divulgado a impressão 3D para um público mais amplo. O primeiro grande evento do setor no mundo, o 3D Printshow, foi realizado em Londres nos dias 20 e 21 de outubro com o tema "A internet mudou o mundo nos anos 1990. O mundo está prestes a mudar novamente". Reunindo mais de 70 expositores, entre grandes empresas e iniciativas recentes, a exposição abordou diversos aspectos da indústria: além da mostra de produtos, também houve discussões sobre o mercado, direitos autorais e o futuro da impressão 3D.
No Brasil, uma competição de design voltada para a impressão 3D começou a receber inscrições em setembro e continua aberta até o dia 8 de novembro. O Desafio 3D da Designoteca promove a ideia da customização, de produtos que, em geral, não são encontrados à venda, mas podem ser imaginados e criados por qualquer pessoa com uma dessas impressoras. É permitida a participação sem que haja limite na quantidade de designs enviados, e o vencedor leva uma impressora 3D, enquanto os cinco primeiros colocados ganham, cada um, um troféu personalizado - fabricado, é claro, por uma impressora 3D.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Lexmark supera estimativas, espera fechar vendas atrasadas


A fabricante de impressoras Lexmark publicou resultados melhores do que o esperado no terceiro trimestre devido a encargos menores relativos a reestruturação e disse que suas margens cresceram à medida que a companhia transferiu seu foco para softwares e digitalização de imagens.
A Lexmark está no meio de um processo de mudança de direção, com o qual pretende abandonar a fabricação de impressoras de jato de tinta pouco rentáveis em busca de operações corporativas.
As vendas contraíram 11 por cento no trimestre, e a companhia projeta outro declínio de 10 a 12 por cento no quarto trimestre, com sua transição estratégica prejudicada por um mercado fraco no setor tecnológico, particularmente na Europa.
Mas sua ação chegou a subir 4 por cento na bolsa de valores de Nova York, já que a companhia anunciou um salto nas margens de lucro bruto de 37,4 por cento no ano passado para 40 por cento, e disse que espera recapturar algumas das grandes vendas atrasadas no terceiro trimestre.
"Na América do Norte, embora estejamos desapontados pelo fato de que muitas transações grandes não foram concluídas no trimestre, a maioria das quais acreditamos ter sido atrasadas e não perdidas", disse o vice-presidente financeiro da Lexmark, John Gamble, em teleconferência.
"Esperamos que elas sejam fechadas nos próximos trimestres", disse.
A Lexmark praticamente não lucrou no trimestre, frente a um lucro de 67 milhões de dólares ou 0,86 dólar por ação no ano anterior.
Mas excluindo itens não recorrentes, a companhia lucrou 0,94 dólar por ação, superando as expectativas de analistas de lucro de 0,78 dólar por ação com receita de 911,6 milhões de dólares. A receita, de 919 milhões de dólares, também superou expectativas.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

A cada minuto são impressas dois milhões de páginas na EMEA

O volume de páginas impressas em impressoras domésticas e empresariais a nível mundial caiu 1% entre 2010 e 2011, refere a IDC num estudo recente sobre o mercado de impressão, que revela terem sido impressas durante o ano passado cerca de três biliões de páginas.

Segundo a IDC, as regiões com países em desenvolvimento registaram um aumento no número de impressões (7.5%), enquanto os mercados mais desenvolvidos imprimiram menos 5% de páginas durante 2011, face ao ano anterior.

O estudo indica que a região da EMEA - Europa, Médio Oriente e África - refletiu as tendências registadas a nível mundial, com os países da Europa ocidental a mostrar uma redução de 3% no número de impressões efetuadas, enquanto as zonas da Europa central, oriental, o Médio Oriente e África (CEMA) mostraram um aumento de 2%. Contas feitas, a EMEA registou uma ligeira quebra no número de páginas impressas.

"No total, mais de dois milhões de páginas foram impressas na região da EMEA a cada minuto" detalha Ilona Stankeova, responsável pela área de dispositivos de impressão e soluções de documentação da IDC para a zona CEMA.

A IDC explica a redução do número de impressões na Europa com a redução "considerável" do número médio de páginas impressas por cada dispositivo de impressão, cuja base instalada até aumentou durante 2011.

"Após um pico no volume de páginas em 2010, o mercado da impressão doméstica e empresarial na Europa ocidental atingiu a maturidade e deverá entrar em declínio nos próximos anos" refere por outro lado Mario Lombardo, analista sénior da IDC para as áreas dos dispositivos de impressão e soluções de documentação.

O estudo da IDC faz ainda referência ao volume de páginas impressas em 2011 com base na tecnologia de impressão, bem como nos fabricantes de impressoras. No primeiro caso, se a tecnologia de jato de tinta continuou a dominar a base instalada de equipamentos em 2011, foi a tecnologia a laser monocromática a responsável pelo maior número de impressões efetuadas no formato A4.

Já ao nível dos fabricantes responsáveis pela impressão domaior número de páginas no formato A4, a HP, Canon e Xerox fixaram-se nos três primeiros lugares durante 2011, na região da EMEA.

Eis os quadros da IDC: 

Quadro tecnologias impressão



Quadro Fabricantes

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

Por que o chip queima tão fácil e o que fazer para evitar


O primeiro motivo mais óbvio se inicia no fato de os componentes do chip serem muito sensíveis, e por isso, qualquer coisa causa algum tipo de dano.
Junta-se o fato da sensibilidade com a eletricidade estática, temos aqui um dos casos mais comuns de queima de chip. Se você sentar em uma cadeira de plástico ou passar por um tapete/carpete, será o suficiente para estar carregado de energia estática. Nesta condição, se você tocar o chip, a carga é transferida pra ele e aí… Adeus. Você pode evitar isso usando sapatos com solado de borracha ou usando pulseira anti estática.
O outro motivo é a camada de gordura que nossos dedos possuem. Para a nossa vida é ótimo. Mantêm as mãos saudáveis e hidratadas, mas para o chip é nocivo. Ele é tão sensível que o contato com essa oleosidade das mãos pode gerar um curto e aí… Adeus também! Em hipótese alguma utilize alicates para o manuseio. A sensibilidade do chip não suportaria. Use luvas de látex ao manusear e se possível, juntamente com a pulseira anti estática.
O último motivo é o próprio equipamento e a variação de energia, especialmente a energia que volta com tudo depois de uma queda, pode ser fatal. O uso de estabilizador ajuda a equilibrar essas oscilações, mas não é o suficiente. A recomendação é que a impressora não seja ligada com outros aparelhos em filtros de linha ou benjamins (o chamado T), mas sim, que ela tenha uma tomada só pra ela.
Em casos de problema na impressão, evite interromper abruptamente a comunicação entre impressora e chip. Se o papel enroscar, espere a impressora emitir seus alertas e faça o que eles pedirem. Nunca abra a tampa da impressora como forma de interromper um processo de impressão. Isso também danifica o chip. Desligue a impressora e depois retire da tomada.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Impressoras 3D guiarão novo modo de produção industrial


"Os últimos dez anos foram sobre descobrir novas maneiras de criar, inventar e trabalhar em grupo usando a internet. Os próximos dez serão sobre aplicar essas lições ao mundo real."
"Este livro é sobre os próximos dez anos."

É com leve prepotência que Chris Anderson, editor da revista "Wired", define seu mais recente lançamento, "Makers: The New Industrial Revolution" ("Fazedores: A Nova Revolução Industrial"), publicado no início do mês.

A obra se propõe a analisar um novo movimento de "faça você mesmo", desencadeado pelo início da popularização de impressoras 3D --há exemplos até no Brasil, conforme a Folha noticiou (bit.ly/impressoras3D).

Por meio da transformação de bits em átomos --informação em objetos--, ou por possibilitar essa transformação, as empresas dos "makers" dariam um passo adiante.
Passo que Facebook, Google e outras companhias da era da informação não deram.
Dividido em duas partes, "A Revolução" e "O Futuro", o livro parte do pressuposto de que os "makers" são mais que sonhadores de fundo de garagem, e o leitor é obrigado a comprar a ideia se quiser seguir o raciocínio.

Para tentar provar o ponto de vista, Anderson usa como principais exemplos duas iniciativas: uma do avô materno dele, Fred, e outra tomada por ele próprio.

No primeiro caso, o inventor criou e patenteou um sistema elétrico para automatizar a rega de jardins. Depois, licenciou a tecnologia, recebendo por direitos autorais.

No segundo caso, o próprio Anderson criou uma empresa de aeromodelos, a DIY Drones. Tanto o design quanto o software são desenvolvidos on-line por voluntários, e tudo é licenciado por Creative Commons. A renda da empresa vem apenas de vendas.

Para o autor, esse modelo de criação traz vantagens, como o acesso gratuito a profissionais movidos por paixões pessoais e que sentem-se parte de uma comunidade.

Com texto rápido, Anderson leva o leitor a crer que a construção de comunidades on-line engajadas é tarefa simples, enquanto empresas investem milhões e batem cabeça para atingir a meta.

CÓPIAS BEM-VINDAS
E se outra companhia decidir copiar os produtos?
"Idealmente, outras empresas mudariam e melhorariam os produtos", diz Anderson. "Esse é o tipo de inovação que as plataformas de código aberto foram feitas para promover."

"Mas se querem apenas clonar os produtos e vendê-los por um preço menor, está tudo bem, também. Os consumidores irão decidir."

Nesse sentido, os principais valores das empresas de "makers" são marca e comunidade. Os desenvolvedores --que são, também, consumidores-- criam laços com o produto. Assim, eles preferem pagar mais por algo que ajudaram a criar, em vez de economizar com cópias.
Dentro do pensamento de Anderson, entretanto, inexiste a hipótese de uma comunidade abrir mão do produto que criou em troca de outro.

Como apêndice do livro, um manual para iniciantes em CAD (desenho auxiliado por computador), impressão 3D e escaneamento 3D pretende tornar o leitor mais empolgado um "fazedor digital".

Aos menos animados a leitura das 272 páginas talvez se torne enfadonha. Alguns argumentos utilizados pelo autor se repetem de modo insistente -e, algumas vezes, irritante- por toda a obra.
Nesse caso, a versão condensada do livro, reportagem de capa da "Wired" de novembro, talvez seja mais adequada (bit.ly/wirednov).

Makers: The New Industrial Revolution
AUTOR Chris Anderson
EDITORIA Crown Business
QUANTO US$ 14,88 (272 págs.)
AVALIAÇÃO Bom


Simon Plestenjak/Folhapress
Empresa tem impressoras especias que imprimem objetos reais de um arquivo digital
Empresa brasileira possui impressoras especias que imprimem objetos reais de um arquivo digital

As 10 maiores tendências tecnológicas de 2013, segundo o Gartner






Ascensão de dispositivos móveis está no topo da lista, que inclui ainda soluções em memória e lojas corporativas de aplicativos.

Primeiro, veio a adoção pesada da plataforma móvel da Apple pelos consumidores, que encantados com a mobilidade forçaram as empresas a apoiar o uso de dispositivos pessoais para fins profissionais.  

O Android invadiu o mundo corporativo logo depois e chega agora o Windows 8, o mais recente esforço da Microsoft para manter seu império no mundo do PC intacto e ganhar participação de mercado em dispositivos móveis.

Para o instituto de pesquisas Gartner, a chegada do Windows 8 esquenta a "batalha de dispositivos móveis", forte aposta para 2013, que está na lista das dez maiores tendências de TI nos próximos meses.

O Gartner prevê que em dispositivos legados "90% das empresas vão ignorar implementações do Windows 8, pelo menos até 2014", avalia Peter Sondergaard, que comanda a operação de pesquisa do Gartner.

Veja abaixo a lista das dez tecnologias estratégicas para empresas que estarão em alta em 2013 a e vão impactar a TI nos próximos meses, segundo o Gartner.

1. Dispositivos móveis

No próximo ano, os telefones celulares vão ultrapassar os PCs como dispositivo mais comum de acesso à web em todo o mundo. Será que isso significa que aparelhos móveis vão substituir os PCs? Sim e não, diz o Gartner. 

Alguns departamentos de TI só precisam suportar dispositivos móveis para profissionais específicos cujas funções exigem mobilidade. Os demais permanecem nos tradicionais computadores. Mas, acrescenta o Gartner, a ascensão de dispositivos móveis sinaliza o fim do Windows como plataforma corporativa única.

"Até 2015, os embarques de tablets vão atingir cerca de 50% dos embarques de laptop e o Windows provavelmente ficará em terceiro lugar na preferência das pessoas, atrás do Android e do iOs, da Apple", relata David Cearley, analista do Gartner em relatório. "Como resultado, a participação da Microsoft na plataforma do cliente (PC, tablet, smartphone) provavelmente será reduzida para 60% e pode cair para 50%."

2. Mudança de aplicativos nativos para aplicativos web como HTML5 

O Gartner nota que os aplicativos nativos não vão desaparecer e "sempre oferecerão a melhor experiência ao usuário e recursos mais sofisticados."

3. Nuvem pessoal substitui a noção de computador pessoal


A nuvem vai abrigar todos os aspectos da vida de uma pessoa, diz o Gartner. Por ser um modelo tão vasto e capaz de empacotar recursos infinitos "nenhuma plataforma, tecnologia ou vendedor vai dominá-lo", indica o instituto de pesquisas. Isso também significa que TI terá de suportar quase tudo.

4. Internet das Coisas

Tudo vai conectar-se à internet, incluindo câmeras, microfones, realidade aumentada, edifícios e sensores embutidos em todos os lugares. Em muitos casos, ela já se faz presente. A Internet das Coisas vai conduzir novos produtos, como os baseados em uso seguro ou de políticas fiscais. Também levantará novas questões.

"Estamos em um momento em que já não é exagero imaginar que muito do que e quem interagimos esteja ligado à internet", aponta Cearley.

5. Cloud computing

Como a adoção da nuvem cresce, os departamentos de TI terão de criar "serviços em nuvem" para servir como foco central para gerenciar o acesso à serviços externos.

6. Big Data estratégico

Projetos de Big Data estão se tornando mais econômicos para as empresas, graças, em parte, aos servidores e CPUs de baixo custo. Big Data estratégico, acredita o Gartner, fará com que usuários executem projetos não mais isolados. Companhias vão incorporar a análise da grande massa de dados em mais atividades que desempenham.

7. Analytics acionável


Analytics acionável é, em alguns aspectos, um subconjunto da sexta tendência (Big Data estratégico). Processamento de baixo custo está fazendo o possível para "realizar análises e simulações para cada ação tomada em um negócio". A maioria das análises hoje se concentra em olhar para a análise histórica, o próximo passo é prever o que pode acontecer.

8. Computação em memória (in-memory)

Computação em memória, diz o Gartner, pode ser transformacional. Ela permite que as atividades que consomem horas para serem executadas levem minutos ou apenas segundos. A computação em memória vai se tornar uma plataforma dominante no próximo ano ou dois, já que cada vez mais os usuários buscam consultas em tempo real.

9. Appliances virtuais integrados à ecossistemas

Eles não vão acabar com aparelhos físicos e suas vantagens de segurança, mas dispositivos virtuais vão ganhar um lugar de destaque nas operações de TI.

10. Lojas corporativas de aplicativos 

Lojas empresariais de aplicativos vão transformar os departamentos de TI em gerentes de mercado, proporcionando governança e até mesmo apoiando a "apptrepreneurs". Lojas de aplicativos serão o espaço para encontrar tudo o que o usuário precisa para aprimorar seu trabalho. 

Fonte: Computerworld

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Oki lança toner branco


 

Oki lançou as primeiras impressoras LED com toner branco, o que significa a impressão em suportes de qualquer cor, incluindo transparências, de uma forma fácil e com custos acessíveis a qualquer bolso.

Após a apresentação da nova tecnologia no passado mês de Abril, finalmente a Oki disponibiliza ao mercado nacional duas impressoras, a C711WT e a C920WT. Esta gama possibilita a impressão in-house numa gigante variedade de suportes e aplicações, que antigamente exigiam dispendiosos custos.


Tal como explica Carla Andrade, Product Marketing Manager da OKI Systems Portugal, «até agora, para se alcançarem resultados gráficos de elevada qualidade, seriam aconselháveis processos de impressão com telas ou jato de tinta, lentos e dispendiosos, muito suscetíveis ao erro humano e potenciadores do desperdício. A partir deste momento, com a gama de impressoras WT da Oki, estes problemas ficam ultrapassados, pois estes novos modelos, além de versáteis e fáceis de utilizar, não obrigam a um processo de secagem dos materiais, aceleram os processos de impressão e representam custos incomparavelmente inferiores às alternativas disponíveis».

A Oki reforça, assim, a sua entrada em novos mercados com esta inovadora tecnologia digital, que representa uma mais-valia para qualquer empresa do setor gráfico. 

Fonte: Revista B!T

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Novas impressoras da Epson aliam recursos inéditos e cartuchos baratos

Silenciosa, a nova linha Expression traz o cartucho preto mais barato da categoria, além do recurso de cartuchos individuais

Brasil tem importância cada vez mais relevante no cenário mundial de impressão. Após dois meses a HP lançar impressoras e cartuchos com preços bem mais reduzidos no mercado nacional, a Epson apresenta ao país a sua nova linha de multifuncionais coloridas, que aliam conceitos inovadores e suprimentos mais baratos.

Direcionada ao mercado de impressão doméstica, a Expression chega ao público brasileiro com dois modelos compactos: XP-204 e XP-401. O primeiro traz o conceito SMART l, com o sistema SMARTPrint, que permite o uso de diferentes cartuchos de acordo com as necessidades dos usuários: R$ 15,99 para quem imprime somente o necessário e R$ 29,99 para quem imprime todos os dias.

Já o outro modelo, Expression XP-401, traz o conceito de Conectividade, que permite a impressão a partir de dispositivos móveis, como smartphone ou tablet, por meio do aplicativo iPrint, da Epson, ou através da nuvem, com o Google™ Cloud Print. Com tela LCD colorida, a XP-401 permite, ainda, ver, editar e imprimir fotos a partir de um cartão de memória, sem a necessidade de ligar um computador. 

Silenciosa, a nova linha Expression traz o cartucho preto mais barato da categoria, além do recurso de cartuchos individuais, onde a troca pode ser feita apenas do suprimento que acabou. 

“Em pesquisas realizadas com consumidores, identificamos diferentes hábitos de impressão, porém, com uma demanda em comum: cartuchos originais com preços mais acessíveis, para que os consumidores não recorram aos cartuchos paralelos, ou recargas, garantindo o melhor desempenho do seu equipamento.”, explica Kao Mei I, gerente de negócios da Epson, sobre a estratégia de vender um cartucho mais barato. 

Outro destaque são os recursos que podem ser compartilhados, pois o equipamento imprime e digitaliza através da rede Wi-Fi, o que expande sua capacidade para ser usada não só com o PC, mas também, com o tablet ou Smartphone. “A crescente penetração de aparelhos móveis no dia a dia do consumidor mostra que mobilidade é uma demanda real e a Epson esta alinhada com esta tendência, inovando no segmento e oferecendo todos os recursos de conectividade aos seus usuários, desde rede Wi.Fi até o Google™ Cloud Print.”, ressalta Simone de Camargo, gerente de marketing da Epson. 

Os novos equipamentos já estão disponíveis ao preço sugerido de R$ 299,00 (XP-204) e R$ 399,00 (XP-401).

Fonte: Portal Lyderis