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terça-feira, 23 de outubro de 2012

Como o Outsourcing REALMENTE afeta sua empresa?


Já tivemos vários artigos comentando sobre o outsourcing em si, o que devemos fazer para ter sucesso, o que não devemos... Enfim, todos nós sabemos o foco do negócio. Porém, o que estamos esquecendo para esta modalidade de negócio é: estamos realmente preparados?

O objetivo deste artigo é dar algumas dicas sobre como nos preparar para oferecer um backgrounding para o outsourcing, ou seja, “arrumar nossa cozinha”. Por estas tortas e mal traçadas linhas passo um pouco do que vi nos meus 16 anos de experiência com recicladores de cartuchos, sobre o que funcionou e o que deu completamente errado no ramo de terceirização de impressões.

Quais áreas são afetadas?
Quando o empresário decide adentrar no ramo do outsourcing ele deve ter plena consciência de que toda a empresa sofrerá alterações (para melhor ou às vezes nem tanto), e deve planejar este passo com toda cautela possível.

As principais áreas afetadas são: o setor de vendas e a produção, além da possível criação de uma terceira área, a de manutenção de impressoras. Sim, devemos pensar e planejar uma área de manutenção de impressoras, pois sabemos que impressoras quebram... Pior é quando as máquinas instaladas nos clientes são suas.

Compras
Sabemos que os compradores devem saber o que compram... Isto parece óbvio, mas, como decidir qual impressora usar? Qual será a que melhor se adapta ao cliente? Qual a que trará melhor custo x benefício para a própria empresa? Isto faz com que o comprador conheça mais profundamente sobre as máquinas disponíveis no Mercado, suas características, seus detalhes, rendimento, ciclo de trabalho, custos de manutenção preventiva e corretiva. Todas estas características são cruciais para o custo de página impressa de cada máquina.

O custo da remanufatura dos cartuchos deve ser também conhecido e sempre discutido, uma vez que é o fator mais importante no custo de cada página. Custo e principalmente recarregabilidade. Devo lembrar aqui o que aconteceu com algumas empresas que conheço que quase (algumas, infelizmente, efetivamente) quebraram quando apareceu a Lexmark T650... Em 2010 tive várias ligações, e certamente não gostei de ser o porta-vos da triste notícia, sobre as soluções para a remanufatura dos cartuchos desta máquina (e de outras com tecnologia de chip semelhante). Empresários despreparados, desavisados e preocupados, porque compraram estes equipamentos e instalaram nos clientes, sem ter o conhecimento que os cartuchos possuíam um simples (porém extremamente complexo) chip que até hoje não foi totalmente copiado... Imaginem os custos todos pensados na remanufatura destes modelos e você sendo obrigado a comprar cartuchos novos para reabastecer seus clientes?

Produção
A produção de cartuchos é outra área importantíssima no Outsourcing. É por ela que preparamos, literalmente, a imagem de nossos produtos: pela linha de produção preparamos os cartuchos, testamos, comprovamos que os cartuchos estão no mínimo perfeitos, e preparamos para nossos clientes.

O que primeiro temos que ter em mente é que o cliente está trocando o seu parque de impressoras por outro virtual, ou seja, ele deixa de ser dono de suas máquinas para pagar por página que é impressa na sua empresa. Até aqui tudo bem, porém o cliente está trocando suas máquinas que, por muitas vezes, usa apenas cartuchos originais. Esta afirmação é extremamente importante porque o cliente possui a imagem de qualidade do cartucho original.

Se nossa produção de cartuchos não está apta a fazer cartuchos com qualidade similar à origina, então nem vale a pena entrar no ramo. Fala uma reciclagem nos conhecimentos dos seus funcionários, contrate nossa consultoria, treine seus colaboradores, enfim, tenha como padrão de qualidade o cartucho original.

O outsourcing traz ao reciclador uma grande vantagem, a padronização: a padronização de impressoras, de cartuchos, de processos, ou seja, a variedade dos cartuchos remanufaturados é menor, diminuindo não só o custo de compra (algo não mencionado no tema anterior), mas também o prazo e a forma com que os cartuchos são feitos. A produção sabe quais cartuchos serão necessários e pode se adiantar, alterando a linha de produção para produzir cartuchos para estoque, não sob pedidos.

A padronização também é interessante porque os erros se tornam mais fáceis de serem detectados e corrigidos, pois as variáveis são menores: pó de toner, cilindros fotocondutores e outras peças, mas de alguns modelos apenas... Isto torna inclusive testes de peças e toner mais simples, uma vez que também a relação produção – empresa fornecedora é mais estreita, facilitando o diálogo em caso de problemas de lote ou qualidade. Por este motivo a troca de fornecedor é também facilitada.

A linha de produção pode ser dividida em algumas partes, como seleção, desmontagem, limpeza, enchimento, embalagem e principalmente testes. Inclusive os testes, se possível, que sejam feitos em área fisicamente separada do restante dos outros processos. É importante que a maior parte dos colaboradores saiba fazer todos os processos, para que eventuais problemas por faltas dos colaboradores possam ser minimizados.

Não economize em ferramental e máquinas sobressalentes para sua linha de produção de cartuchos. Quanto melhor aparelhada sua produção estiver, melhores cartuchos podem ser produzidos. Cansei de ver empresas com defeitos básicos, como chaves Philips desgastadas, alicates tortos, ferramentas improvisadas que mais danificam que ajudam, e outras “pérolas” que mais atrapalham a remanufatura do que ajudam. Ferramentas são baratas, são fáceis de serem encontradas, e não podem faltar em uma linha de produção que se preze. Não economize nisto.

A produção e a área de compras devem estar estritamente ligadas, ou que ao menos, exista uma entidade capaz de unificar as informações sobre recarregabilidade, qualidade, rendimento, tempo de recarga de cada peça, custo da matéria-prima e principalmente custo da página gerada com aquele componente. Pense em uma situação onde o comprador decide por uma impressora cujo custo/página em primeira análise se mostra baixo, porém o tempo que se demora para remanufaturar uma única peça acaba por duplicar este custo?

Sua linha de reparo está ok?
Antes de falar sobre como sua linha de reparos de impressoras deve ser, precisamos saber por que ela é importante dentro do quadro da sua Empresa: Pense nos gastos extras que teria se sua manutenção fosse terceirizada. Pense nos gastos extras no transporte de máquinas de e para a sua terceirizada. Pense principalmente que esta empresa poderá ser sua própria concorrente...

Sobre os gastos extras: a terceirizada também tem seus custos e lucros, que certamente embutirá no preço ofertado pelo serviço de conserto... O lucro deles pode comer seu próprio lucro.

Sobre os transportes: falando de máquinas pequenas, Até parece besteira, porém quando falamos de equipamentos que pesam mais de 30, 40, 50kg... A complexidade aumenta com o peso dos equipamentos (e por que não com a fragilidade deles?), e certamente o custo de transporte destas máquinas (e o risco de novas quebras), aumentam proporcionalmente.

Sobre a concorrência: como você, as empresas de manutenção também perceberam que o outsourcing é um bom negócio, ou seja, estão de olho nos seus clientes e certamente farão de tudo para demovê-lo de seu contrato com o cliente e poder oferecer o próprio serviço.

Reflita sobre a possibilidade de criar e manter uma área de reparo de impressoras na sua Empresa. Novamente, levante custos, planeje e tome sua decisão baseado em números e fatos, não porque seu amigo que possui uma empresa também montou.

Já quem tem esta linha montada, ou está planejando criar uma, as dicas são novamente sobre o ferramental disponível aos técnicos, treinamento dos envolvidos e uma área totalmente separada da área de remanufatura.

O ferramental é simples, até mais simples que a de remanufatura de cartuchos de toner. Chaves simples de Fenda e Philips, alicates de ponta, corte, martelete, ferro de solda e outras ferramentas de uso geral são as que devem constar em cima da bancada disponíveis ao uso. Invista em ferramentas de qualidade para seus colaboradores.

Os treinamentos para os envolvidos na manutenção devem ser constantes. Caso não tenha acesso aos treinamentos fornecidos pelos fabricantes das originais, valha-se dos treinamentos paralelos, como os do Instituto Cássio Rodrigues, InkPress e outros. Mantenha uma biblioteca de manuais de serviços (virtual ou não), e não se canse de buscar informações sobre novos equipamentos.

Um bom assunto foi dito no último parágrafo: pesquisa. Faça constantemente pesquisa nos sites dos fabricantes de equipamentos, como HP, Brother, Canon, Lexmark e outras, em busca dos novos e atuais modelos disponíveis para venda, e em especial, sobre as características de cada equipamento, para que todos os envolvidos nos processos de manufatura, manutenção de impressora, compras e venda de serviço estejam sempre atualizados. Não se esqueça de disponibilizar aos colaboradores esta biblioteca e incentive-os nesta leitura. Certamente seu negócio agradecerá.

Vendas
São evidentes os benefícios de se treinar constantemente seus vendedores com os equipamentos oferecidos por sua empresa, bem como sobre os suprimentos disponíveis para comercialização. Sua empresa deve ter o conhecimento dos custos, que é uma de suas principais armas, mas o conhecimento das máquinas e suprimentos é realmente importante.

Municie seus vendedores com os dados das impressoras que estão oferecendo. Cobre deles o conhecimento sobre estes equipamentos, e não economize em treinamento para eles. Novamente, investimentos nesta área podem lhe trazer grandes resultados financeiros.

Finalizando
Algumas empresas realmente se prepararam para o Outsourcing, porém são poucas no universo de ofertas deste serviço. A maioria dos empresários foi levada por receio de perderem seus clientes para a concorrência, e principalmente acredita que basta começar a comprar impressoras e instalar nos clientes, passando a cobrar um valor pré-determinado pela página. Uma fórmula mais permeada de sorte do que de sucesso, que já levou muitos à sérios problemas financeiros.

Lembrando o artigo sobre empreendedorismo, o planejamento de quais equipamentos usar, o conhecimento das próprias máquinas, seus custos de remanufatura e manutenção, monitoramento constante das novidades e o planejamento estratégico para a venda deste serviço são as chaves do sucesso do Outsourcing, que obviamente se alinham à visão do empresário, tornando um arriscado negócio a uma certeza de sucesso e lucros.

O Instituto Cássio Rodrigues foi fundado em 2006, pelo Eng. Cássio Rodrigues com o intuito de estudar, profissionalizar, qualificar e melhorar o mercado de remanufatura. Seu Fundador, hoje com mais de 16 anos de experiência no ramo e verificando os motivos porque tantas empresas têm dificuldades em manter os padrões de qualidade aliados a falta de conhecimento não apenas no que se refere a questões técnicas, mas também, comercialização, fornecimento e logística, criou o instituto onde o aluno encontra soluções para gerar um verdadeiro crescimento e lograr sucesso profissional. O mercado está mais exigente onde sobreviverão somente os melhores.
As marcas, modelos e imagens aqui postadas são utilizadas meramente em caráter informativo.
Contatos para consultorias: cassio@cassiorodrigues.eng.br

Impressora biológica permitirá o download de medicamentos e vacinas via internet




Venter (um dos primeiros cientistas a sequenciar o genoma humano) e sua equipe estão testando um “conversor digital biológico” que poderá servir de base para, no futuro, construir máquinas capazes de imprimir material biológico: proteínas, células e vacinas.
Em uma época em que somos capazes de imprimir objetos tridimensionais, a ideia de uma impressora de material biológico já não soa tão estranha. “É uma impressora 3D de DNA, uma impressora de vida”, disse o célebre geneticista Craig Venter, durante a Wired Health Conference em Nova York (EUA).
No evento, ele recordou um episódio ocorrido em 2009, na época em que a gripe H1N1 começou a se espalhar rapidamente. Impedido por autoridades, Craig não pôde levar amostras do vírus para fora da Cidade do México (EUA) onde estava trabalhando, o que atrasou os esforços de outras equipes para combater o surto. Se fosse possível digitalizar as informações do vírus, divulgá-las “pelo mundo todo” teria sido simples, e a produção da vacina, mais rápida.
Apesar dos benefícios evidentes, essa tecnologia futurista poderá esbarrar em questões de regulamentação de saúde pública. Afinal, pegar um vírus de computador é uma coisa, mas “imprimir” e injetar um remédio falso seria fatal. Caso se concretize, a “impressão biológica” exigirá alta precisão, pois qualquer mudança, por menor que seja, poderia alterar drasticamente uma proteína.
Venter também está fazendo testes com “vida sintética“, transferindo DNA de um tipo de célula para outra e usando seu “software genético” para reprogramar a hospedeira.[Wired]

Fonte: http://hypescience.com/impressora-biologica-permitiria-o-download-de-medicamentos-e-vacinas-na-internet/

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Ricoh lança no Brasil nova linha de produtos Aficio SP3510


A Ricoh Brasil, subsidiária do grupo industrial japonês Ricoh Company, acaba de anunciar no mercado nacional o lançamento da nova linha de produtos SP3510, composta por dois novos produtos: a impressora Aficio SP 3510DN e a multifuncional Aficio SP3510SF. Os dois novos equipamentos são projetados para pequenos espaços e escritórios.
A impressora 3510DN suporta uma resolução máxima de impressão de 1.200 x 1.200 dpi e imprime documentos profissionais a custo acessível, com velocidade de impressão de até 30 páginas por minuto. Seu tempo de aquecimento é de até 20 segundos e a velocidade da primeira impressão é de 8 segundos. Outros destaques da nova impressora são a facilidade de operação, design de fácil utilização e custo total de propriedade (TCO) mais baixo.
Já a multifuncional SP3510SF se caracteriza pela alta produtividade e versatilidade. Projetada pela Ricoh especialmente para atender as necessidades de fax, cópia e impressão a laser, o novo produto tem também velocidade de impressão de 30 páginas por minuto, com velocidade de primeira impressão de 8 segundos. Sua capacidade total de papel é de 550 folhas.
Os dois novos produtos da Ricoh oferecem design compacto e tecnologia reciclável de cartucho de impressão “Tudo em Um”. São ideais para grupos de trabalho corporativos, pequenas empresas e escritórios domésticos com necessidades de impressão a laser monocromáticas.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Seu equipamento é compatível com o Windows 8?

Sua impressora ou placa de vídeo pode precisar de novos drivers para funcionar com o sistema. Mas antes certifique-se de que elas não estão na lista negra de equipamentos incompatíveis.


Migrar para um novo sistema operacional é mais ou menos como se preparar para um primeiro encontro. Como ela é? Será que vamos nos dar bem? Somos compatíveis? E essa última pergunta é uma que milhares de usuários de PCs deverão fazer em 26 de Outubro, quando pensarem em atualizar suas máquinas para o Windows 8.
A boa notícia: ao contrário do doloroso processo de upgrade pelo qual muitos usuários passaram ao migrar do Windows XP para o Windows Vista, a mudança do Windows 7 para o 8 deve ser muito mais fácil. Ao menos é o que a Microsoft promete. O Windows 8 é compatível com todo o hardware desenvolvido para o Windows 7, diz Kevin Turner, COO da Microsoft. E fabricantes de PCs e de dispositivos, como a Canon, Epson e HP, nos dizem que vem trabalhando em conjunto com a Microsoft para se certificar de que seus aparelhos “simplesmente funcionem” quando plugados.
“O Windows 8 será lançado com suporte a mais de 450 produtos de impressão da Hewlett-Packard”, diz um porta-voz da HP. Os drivers serão integrados ao sistema e, se você não conseguir encontrar o correto para sua impressora, o Windows Update poderá ajudá-lo procurando online. Além disso, a HP irá oferecer um utilitário chamadoPrinter Install Wizard para quem precisar de mais ajuda. 
Ainda assim, o Windows 8 apresenta alguns desafios únicos. Será que seu tablet conseguirá conversar sem problemas com a impressora laser do escritório? Será que os recursos avançados de sua webcam se perderão na atualização por falta de um driver?

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Impressoras sob teste em um laboratório de compatibilidade da Microsoft

Analisando o panorama da compatibilidade com o Windows 8
A PCworld analisou detalhadamente os relatórios de compatibilidade e incompatibilidade de hardware com a versão “Release Preview” do Windows 8. Passamos um pente fino no banco de dados do “Microsoft Compatibility Center for Windows 8 Release Preview” em busca de problemas com impressoras, scanners, placas de som, webcams e mouses. E o que encontramos foi encorajador.
Dos milhares de produtos listados lá, só um punhado deles estão marcados como incompatíveis (veja a lista abaixo). O centro de compatibilidade usa dados obtidos através de pesquisas próprias, mas também leva em conta o feedback dos usuários do Windows 8 Release Preview.

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Lista de produtos reconhecidamente incompatíveis com o Windows 8

As más notícias...
Em contraste às versões anteriores do sistema, o Windows 8 tem uma interface gráfica dramaticamente diferente que provavelmente irá exigir atualizações de drivers caso você queira que seus periféricos se integrem de forma transparente com o sistema. Vou dar uma exemplo: a Epson atualizou o software de sua impressora nx430, originalmente projetada para o Windows 7. No Windows 8, o utilitário tem um visual muito mais elegante e está preparado para as telas sensíveis ao toque. Mas se um fabricante não oferecer um driver otimizado para o Windows 8, a Microsoft irá prover uma “interface genérica” para controle do aparelho, possivelmente com funções reduzidas.

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Central de impressão da Epson no Windows 7 (à esquerda) e no Windows 8 (à direita)

Michael Cherry, um analista da empresa independente Directions on Microsoft, aponta que você provavelmente não terá problemas de compatibilidade na atualização com aparelhos de grandes fabricantes como a Epson e HP. Mas os produzidos por pequenos fabricantes tem um risco muito maior de problemas, diz Cherry. “Se você não ganhou dinheiro com seu produto quando o Windows 7 saiu, que incentivo tem para investir o tempo e dinheiro necessários para escrever um novo driver compatível com o Windows 8?”
“Se os fabricantes de periféricos estão prontos para o Windows 8? Iremos descobrir em breve”, diz Cherry. Embora esteja impressionado com o Windows 8, o analista tem sua própria história de incompatibilidade para contar: ele está rodando o Windows 8 em um tablet da Samsung e reclama que sua multifuncional HP perdeu alguns recursos avançados, como a capacidade de mostrar os níveis da tinta e fazer impressão em duplex.

Conselhos ao atualizar seu desktop ou notebook para o Windows 8
Se você está pensando em migrar para o Windows 8, deverá rodar o Assistente de Atualização para o Windows 8 (que estará disponível no site da Microsoft quando o sistema for lançado) para determinar quais componentes de seu hardware podem não funcionar com o novo sistema. As listas de hardware incompatível podem variar, mas um item invariavelmente aparecerá como necessitando de uma atualização: o software para reprodução de DVDs. Isso porque a Microsoft removeu do sistema operacional a capacidade de tocar DVDs (embora continue a embarcar o Windows Media Player). Para isso você terá de instalar um player de terceiros, pago ou gratuito. Nossa recomendação é o VLC Media Player, que é gratuito.

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Assistente determina a compatibilidade de seu hardware, e software, com o Windows 8

Na verdade essa é mais uma questão de usabilidade do que um problema de compatibilidade. Mas é definitivamente um incômodo.

Entusiastas, você foram avisados!
Usuários de PCs desktop provavelmente terão menos problemas na atualização para o Windows 8 do que usuários de notebooks. Isso porque os fabricantes de notebooks tendem exercer um controle maior sobre o lançamento de drivers para suas máquinas. Drivers de vídeo podem ser particularmente problemáticos: mesmo notebooks de gerações recentes com GPUs modernas podem estar usando drivers antigos.
Considere a situação de um usuário do Windows 8 Preview Release que tem um notebook Dell equipado com uma GPU Radeon HD 7600M, um modelo bem recente. De acordo com um post deste usuário num site de suporte da Microsoft, o Windows 8 não carrega o driver da Radeon corretamente, e não há um driver atualizado no site de suporte da Dell.
É possível que tais drivers apareçam até 26 de Outubro, mas também é possível que ocorram atrasos. Mesmo que você compre um notebook capaz de rodar o Windows 8 e que venha com um cupom para um upgrade com desconto, pode ser mais interessante não fazer a atualização até que você possa confirmar que todos os drivers necessários estão disponíveis.
A Microsoft insiste que os drives atuais para o Windows 7 funcionam no Windows 8. Ainda assim, ao fazer isso o usuário verá uma mensagem dizendo que o software não foi assinado digitalmente para o Windows 8 e o funcionamento não é garantido. Nosso conselho? Não aposte nas alegações de retrocompatibilidade da Microsoft.
A migração do Windows 7 para o 8 será mais suave do que a que muitos usuários experimentaram durante a era do Vista. Mas nenhuma atualização de sistema operacional é isenta de problemas para todos os usuários.
* O editor sênior da PCWorld EUA, Loyd Case, colaborou neste artigo

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Impressora de Chocolate


A empresa Choc Edge desenvolveu o software para a Choc Creator. Uma impressora que usa chocolate para criar uma série de figuras.

O aparelho funciona a partir de um software de impressão 3D. Pode ser programado para criar desenhos com diferentes formas e níveis de complexidade. 
A impressora custa R$ 7,5 mil, aproximadamente. Ainda não há previsão de quando o equipamento chega ao Brasil com preços mais acessíveis.
Fonte:

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Disney desenvolve técnica de impressão 3D de displays luminosos



Enquanto as impressoras 3D existentes atualmente são capazes de obter alguns resultados bastante impressionantes, a técnica em geral ainda é limitada. No entanto, um estudo conduzido pela Disney Research desenvolveu uma técnica que poder revolucionar o segmento.
De acordo com o estudo, materiais transparentes podem ser utilizados pelas impressoras 3D para criar objetos com diversas funções interessantes, como a sensibilidade a toque e a presença de displays luminosos.. Para realizar essa última técnica, a impressora cria pequenos “encanamentos de luz” capazes de direcionar os raios luminosos para a superfície em que se deseja criar um display luminoso.
Além disso, a Disney Research também inova ao desenvolver uma técnica que monta os objetos da impressora 3D de uma maneira diferente. Em vez de imprimir diversas partes que serão montadas depois, a pesquisa aposta na montagem de objetos em camadas – técnica capaz de montar com precisão os “encanamentos de luz” das peças. Mais informações, em inglês, podem ser encontradas diretamente no estudo publicado pela Disney.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/impressora-3d/31041-disney-desenvolve-tecnica-de-impressao-3d-de-displays-luminosos.htm#ixzz29SmnW0UG

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Entendenda porque um cartucho de tinta custa caro



Antigamente, existia apenas um tipo de cartucho para modelos específicos de impressora. Esses cartuchos eram o que podemos chamar de “cartuchos de alta capacidade”, porque continham grande quantidade de tinta. Porém, as empresas começaram a perceber que as pessoas não estavam comprando cartuchos e sim impressoras. A venda dos cartuchos neste caso representa o retorno financeiro para a empresa para compensar a venda das impressoras por preços mais baixos, mas sem a venda dos cartuchos o prejuízo foi sinalizado.
Ainda no assunto de antigamente, as pessoas preferiam comprar impressoras novas do que cartuchos, porque uma impressora nova vem com cartuchos novos e como eles eram de “alta capacidade”, duravam mais. Se levarmos em conta uma impressora de R$300 com quatro cartuchos de R$40 cada, ao reabastecer sua impressora, em pouco tempo ele vai gastar mais com cartucho do que com o preço que pagou na impressora, por esta razão, um equipamento novo era mais vantajoso. (Na verdade é assim até hoje. Com o tempo você percebe que gasta mais com cartucho do que o valor pago pela impressora).
Diante do estoque parado, as empresas resolveram diminuir a quantidade de tinta do cartucho para que eles acabassem mais rapidamente e forçassem o consumidor a comprar o cartucho novo ao invés da impressora, já que ninguém vai comprar 1 impressora a cada 4 ou 6 meses.
A quantidade foi reduzida, mas o preço não diminuiu, e então temos no presente um mercado onde cartuchos originais custam caro e duram pouco. Já parou pra dividir o valor do cartucho pela quantidade de ml que ele possui? Imagine um cartucho com 4ml que custou 32,90. Fazendo as contas, significa que você paga R$8,22 por cada ml. Levanto em conta que 1ml é menos que uma gota… Podemos afirmar com certeza que a tinta pra cartucho é o líquido mais caro do mundo. Mais até do que o petróleo.
Pesquisa também é a alma do negócio. Faça a sua e compre consciente.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Conheça soluções da indústria para reciclagem de lixo eletrônico


Empresas adotam a prática da chamada logística reversa. O produto volta para onde foi fabricado e é reaproveitado como matéria-prima ou na forma de componente.

André Trigueiro

Os brasileiros entraram com grande entusiasmo na era da eletrônica, mas com pouquíssima disposição de reciclar o lixo eletrônico.
Segundo Ministério do Meio Ambiente, guardamos, no Brasil, 500 milhões de aparelhos sem uso em nossas casas. É muito lixo eletrônico. Quando se pensa em mundo, então, o número é mais impressionante.
O que se produz de lixo eletrônico por ano encheria tantos vagões de trem que daria a volta no planeta. A situação se agrava na proporção em que a vida útil dos aparelhos diminui. Um computador é trocado, em média, a cada dois anos. O celular, menos que isso (22 meses); a TV dura 10 anos; um DVD, entre quatro e cinco anos.

Isso faz com que o Brasil descarte, por ano: 97 mil toneladas de computadores; 115 mil toneladas de geladeiras; 140 mil toneladas de TVs; 2,2 mil toneladas de celulares; um bilhão de pilhas.

Nós já mostramos iniciativas públicas e de Organizações Não Governamentais (ONGs) para reciclar esse material que dão muito certo, mas o que muitos não sabem é que também existe a logística reversa - traduzindo: o produto volta para onde foi fabricado. É reciclado e reaproveitado, seja na forma de componente, seja como matéria-prima.

A Política Nacional de Resíduos Sólidos tornou a logística reversa uma obrigação para todas as empresas do país. Deu prazo para que funcione e as empresas estão tratando de se adequar.

Não precisa esperar muito para aparecer mais gente com aparelhos velhos numa assistência técnica. “Liguei no serviço de atendimento ao consumidor e me informaram que essa era a loja mais próxima da minha residência”, fala a aposentada Thais Amaral Melo.

“A partir da assistência técnica uma empresa especializada coleta o produto. Ela desmonta esse aparelho e destina as peças adequadamente. Nós iniciamos esse programa em março de 2010 e até hoje nos coletamos cerca de 300 toneladas de produtos entre equipamentos, pilhas e baterias e de outros”, diz o diretor de sustentabilidade da Phillips, Márcio Quintino.

“Tem farmácias em São Paulo que aceitam pilhas, tem lojas de celular que aceitam celular usado, e tem uma rede de supermercado que aceita tanto óleo de cozinha, papelão, garrafa”, conta Thais.

Um banco, por exemplo, tem um papa-pilhas em quase todas as agências e não é só pilha que se encontra no local: baterias, celulares, cartuchos. Tudo recolhido e levado para a reciclagem.

“Nós já arrecadamos cerca de 702 toneladas. Na verdade vem superando a expectativa”, conta o gerente regional de atendimento Santander, Ricardo Fingolo.

Numa grande empresa de computadores e impressoras, o conceito de reciclagem está em todas as etapas da produção. As folhas de teste das impressoras viram caixa para embalar o produto. As caixas de papelão são reutilizadas oito vezes pelos fornecedores. Os cartuchos devolvidos viram matéria-prima e cada impressora, por exemplo, sai do local com um chip de identificação próprio, uma espécie de DNA da máquina.

“É identificado que produto é, do que ele é composto e como é que deve ser feito o processo de descarte dele. Peça por peça, parte por parte”, explica o vice-presidente de Impressão da HP, Cláudio Raupp.

A empresa não divulga quanto investe e muito menos quanto ganha de retorno com o programa, mas afirma que, com a cadeia produtiva sustentável, em um ano transformou um 1,3 bilhão de garrafas plásticas em matéria-prima, reduziu 22% da pegada de carbono e poupou 70% de água, quantidade suficiente para abastecer três milhões de casas.

“O consumidor tem um papel extremamente relevante porque na reciclagem e na sustentabilidade ele é que toma a decisão de fazer o descarte, ele é que toma a decisão de separar o lixo, naturalmente que a legislação existe, a regulação existe, mas se o consumidor não fizer o papel dele, a cadeia toda não vai funcionar”, completa Raupp.

Portanto, se você está aí em casa pensando nos aparelhos que não usa mais, mãos à obra. Afinal, segundo a ONU, se ninguém fizer nada, a previsão é de que em 2015 o mundo esteja produzindo 150 milhões de toneladas de lixo eletrônico por ano. Imagina só como o nosso planeta vai ficar.
  

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Evento discute cenário da política de resíduos eletrônicos







O tema gestão de resíduos sólidos é um dos destaques da programação da  segunda edição do Forum Green Tech, principal evento sobre sustentabilidade no segmento de TIC (TI e telecom), que se aconte no dia 30 deste mês, em São Paulo.  

Duas palestras discutirão o assunto ao longo do evento. Uma delas, com o tema “Cenário Internacional de Gestão de Resíduos Sólidos”, será proferida pelo diretor técnico mundial da ISWA (International Solid Waste Association), Antonis Mavropoulos. A ISWA é uma associação internacional, independente e sem fins lucrativos, criada para promover o desenvolvimento profissional da gestão de resíduos no mundo. Mavropoulos explicará quais os principais avanços e tendências neste segmento.

A segunda palestra, “Cenário pós-aprovação do Plano Nacional de Resíduos Sólidos – Uma visão crítica”, será proferida pelo diretor de responsabilidade socioambiental da Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica), Andre Luis Saraiva, que vai mostrar quais os avanços e as limitações da regulamentação da Política Nacional de Resíduos Sólidos. O tema será em seguida debatido pelos representantes de entidades do setor, como a Abraps, Abree, Abere e o CTI ,de Campinas.
O Forum Green Tech vai ainda debater a questão da governança e gestão alinhadas à sustentabilidade em TICs, tema fundamental para executivos de governo, das empresas, entidades e instruções do setor. O evento também apresentará cases da Volkswagen, e o seu projeto de escritório sustentável, e da Odebrecht, e o seu projeto de cidade compacta sustentável.

A promoção é da revista TI INSIDE e a organização da Converge Comunicações. O programa completo do Forum Green Tech e mais informações sobre o evento podem ser obtidas pelo site www.convergecom.com.br/eventos  ou pelo 0800 7715028.

Fonte: TI Inside

terça-feira, 9 de outubro de 2012

OKI já imprime a branco


oki branco
A OKI acaba de apresentar as primeiras impressoras LED com toner branco, que vêm alargar os horizontes da criatividade e do design, permitindo a impressão em suportes de qualquer cor, incluindo transparências.
Com as impressoras C711WT e C920WT da OKI, as empresas passam a dispor de uma maior flexibilidade nos seus processos criativos. Ao associar a impressão a cores LED (de A4 a A3+ de alta definição) à tecnologia de toner branco, a gama WT da OKI permite imprimir in-house numa enorme variedade de suportes e aplicações, que anteriormente exigiam técnicas de revisão ou impressão em gráficas.
“Até agora, para se alcançarem resultados gráficos de elevada qualidade, seriam aconselháveis processos de impressão com telas ou jato de tinta, lentos e dispendiosos, muito susceptíveis ao erro humano e potenciadores do desperdício. A partir deste momento, com a gama de impressoras WT da OKI, estes problemas ficam ultrapassados, pois estes novos modelos, além de versáteis e fáceis de utilizar, não obrigam a um processo de secagem dos materiais, aceleram os processos de impressão e representam custos incomparavelmente inferiores às alternativas disponíveis” – explica Carla Andrade, Product Marketing Manager da OKI Systems Portugal.
A impressora A4 C711WT disponibiliza impressão a quatro cores (CMY+branco), a 8 páginas por minuto (ppm) em modo de transparência e 34 ppm com papel normal. Por seu turno, o modelo A4/A3 C920WT foi concebido a pensar num volume de trabalho mais elevado, debitando entre 10 e 31 ppm A4, em transparências e papel comum, respectivamente. Estes novos equipamentos permitem utilizar diferentes tipos e formatos de papel, facultando um resultado final de elevada qualidade e resistência, menos susceptível de deterioração em comparação com as alternativas a jato de tinta. Para além das aplicações em trabalhos gráficos avançados, apresentam igualmente vantagens em utilizações mais lúdicas ou utilitárias, tais como a impressão de imagens para tecido, cerâmica, plástico transparente, letreiros, ou em autocolantes para vidro.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Copa mais “verde”

MMA discute a adoção de projetos de redução das emissões de gases poluentes decorrentes das obras do torneio

Lucas Tolentino

Mesmo com os inúmeros benefícios para o Brasil, a Copa do Mundo de 2014 pode gerar impactos ambientais nas cidades que sediarão os jogos do torneio. Para evitar consequências negativas ligadas às mudanças climáticas, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) trabalha ações com o objetivo de transformar o torneio em uma Copa Verde, com enfoque na sustentabilidade das obras em andamento nas 12 cidades-sede.

O aumento no consumo de energia, a construção de estádios e o deslocamento urbano aparecem como as principais ameaças para o meio ambiente. “A Copa do Mundo tem um grande potencial de transformação e consolidação das tecnologias de baixo carbono”, justifica a gerente Karen Cope, da Secretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental (SMCQ) do MMA. “É importante deixar, após o evento, um legado de economia verde”.

Tatu-bola: mascote da Copa caiu no gosto popular

GESTÃO

A Câmara Temática de Meio Ambiente e Sustentabilidade, criada em função da Copa do Mundo, é onde se discute os temas ambientais ligados ao evento. No âmbito das mudanças climáticas, as iniciativas se concentram na gestão das emissões de gases de efeito estufa. Entre elas, está o guia para elaboração de um inventário, com o objetivo de subsidiar a execução de obras sustentáveis nos estados. 

Uma parceria com a Embaixada Britânica possibilitou a realização de oficinas de capacitação com representantes de várias cidades-sede. A cooperação tem permitido que as orientações e alternativas sigam as diretrizes do Useful Simple Projects, entidade responsável pelo inventário de emissões de gases de efeito estufa das Olímpíadas de Londres, realizadas neste ano. 

EXEMPLOS

Karen Cope defende que as medidas da Copa Verde considerem experiências vividas por outros países que sediaram grandes eventos. Segundo ela, as duas últimas Copas do Mundo, realizadas na África do Sul (2010) e na Alemanha (2006), já levavam em consideração aspectos ambientais. “Em muitos casos, tentam compensar as emissões por meio de reflorestamento”, afirma. Mas o que queremos é não emitir gases de efeito estufa”. 

O projeto da Copa Verde envolve diversos órgãos do Executivo. O acordo de cooperação celebrado entre o MMA e o Ministério do Esporte determina que haja um esforço conjunto na incorporação da esfera ambiental às obras decorrentes da competição. Firmado em 2010, o pacto tem, ainda, o objetivo de assegurar o envolvimento dos governos estaduais e municipais no processo.


Fonte: Ministério do Meio Ambiente.