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segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Ricoh lança no Brasil nova linha de produtos Aficio SP3510


A Ricoh Brasil, subsidiária do grupo industrial japonês Ricoh Company, acaba de anunciar no mercado nacional o lançamento da nova linha de produtos SP3510, composta por dois novos produtos: a impressora Aficio SP 3510DN e a multifuncional Aficio SP3510SF. Os dois novos equipamentos são projetados para pequenos espaços e escritórios.
A impressora 3510DN suporta uma resolução máxima de impressão de 1.200 x 1.200 dpi e imprime documentos profissionais a custo acessível, com velocidade de impressão de até 30 páginas por minuto. Seu tempo de aquecimento é de até 20 segundos e a velocidade da primeira impressão é de 8 segundos. Outros destaques da nova impressora são a facilidade de operação, design de fácil utilização e custo total de propriedade (TCO) mais baixo.
Já a multifuncional SP3510SF se caracteriza pela alta produtividade e versatilidade. Projetada pela Ricoh especialmente para atender as necessidades de fax, cópia e impressão a laser, o novo produto tem também velocidade de impressão de 30 páginas por minuto, com velocidade de primeira impressão de 8 segundos. Sua capacidade total de papel é de 550 folhas.
Os dois novos produtos da Ricoh oferecem design compacto e tecnologia reciclável de cartucho de impressão “Tudo em Um”. São ideais para grupos de trabalho corporativos, pequenas empresas e escritórios domésticos com necessidades de impressão a laser monocromáticas.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Seu equipamento é compatível com o Windows 8?

Sua impressora ou placa de vídeo pode precisar de novos drivers para funcionar com o sistema. Mas antes certifique-se de que elas não estão na lista negra de equipamentos incompatíveis.


Migrar para um novo sistema operacional é mais ou menos como se preparar para um primeiro encontro. Como ela é? Será que vamos nos dar bem? Somos compatíveis? E essa última pergunta é uma que milhares de usuários de PCs deverão fazer em 26 de Outubro, quando pensarem em atualizar suas máquinas para o Windows 8.
A boa notícia: ao contrário do doloroso processo de upgrade pelo qual muitos usuários passaram ao migrar do Windows XP para o Windows Vista, a mudança do Windows 7 para o 8 deve ser muito mais fácil. Ao menos é o que a Microsoft promete. O Windows 8 é compatível com todo o hardware desenvolvido para o Windows 7, diz Kevin Turner, COO da Microsoft. E fabricantes de PCs e de dispositivos, como a Canon, Epson e HP, nos dizem que vem trabalhando em conjunto com a Microsoft para se certificar de que seus aparelhos “simplesmente funcionem” quando plugados.
“O Windows 8 será lançado com suporte a mais de 450 produtos de impressão da Hewlett-Packard”, diz um porta-voz da HP. Os drivers serão integrados ao sistema e, se você não conseguir encontrar o correto para sua impressora, o Windows Update poderá ajudá-lo procurando online. Além disso, a HP irá oferecer um utilitário chamadoPrinter Install Wizard para quem precisar de mais ajuda. 
Ainda assim, o Windows 8 apresenta alguns desafios únicos. Será que seu tablet conseguirá conversar sem problemas com a impressora laser do escritório? Será que os recursos avançados de sua webcam se perderão na atualização por falta de um driver?

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Impressoras sob teste em um laboratório de compatibilidade da Microsoft

Analisando o panorama da compatibilidade com o Windows 8
A PCworld analisou detalhadamente os relatórios de compatibilidade e incompatibilidade de hardware com a versão “Release Preview” do Windows 8. Passamos um pente fino no banco de dados do “Microsoft Compatibility Center for Windows 8 Release Preview” em busca de problemas com impressoras, scanners, placas de som, webcams e mouses. E o que encontramos foi encorajador.
Dos milhares de produtos listados lá, só um punhado deles estão marcados como incompatíveis (veja a lista abaixo). O centro de compatibilidade usa dados obtidos através de pesquisas próprias, mas também leva em conta o feedback dos usuários do Windows 8 Release Preview.

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Lista de produtos reconhecidamente incompatíveis com o Windows 8

As más notícias...
Em contraste às versões anteriores do sistema, o Windows 8 tem uma interface gráfica dramaticamente diferente que provavelmente irá exigir atualizações de drivers caso você queira que seus periféricos se integrem de forma transparente com o sistema. Vou dar uma exemplo: a Epson atualizou o software de sua impressora nx430, originalmente projetada para o Windows 7. No Windows 8, o utilitário tem um visual muito mais elegante e está preparado para as telas sensíveis ao toque. Mas se um fabricante não oferecer um driver otimizado para o Windows 8, a Microsoft irá prover uma “interface genérica” para controle do aparelho, possivelmente com funções reduzidas.

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Central de impressão da Epson no Windows 7 (à esquerda) e no Windows 8 (à direita)

Michael Cherry, um analista da empresa independente Directions on Microsoft, aponta que você provavelmente não terá problemas de compatibilidade na atualização com aparelhos de grandes fabricantes como a Epson e HP. Mas os produzidos por pequenos fabricantes tem um risco muito maior de problemas, diz Cherry. “Se você não ganhou dinheiro com seu produto quando o Windows 7 saiu, que incentivo tem para investir o tempo e dinheiro necessários para escrever um novo driver compatível com o Windows 8?”
“Se os fabricantes de periféricos estão prontos para o Windows 8? Iremos descobrir em breve”, diz Cherry. Embora esteja impressionado com o Windows 8, o analista tem sua própria história de incompatibilidade para contar: ele está rodando o Windows 8 em um tablet da Samsung e reclama que sua multifuncional HP perdeu alguns recursos avançados, como a capacidade de mostrar os níveis da tinta e fazer impressão em duplex.

Conselhos ao atualizar seu desktop ou notebook para o Windows 8
Se você está pensando em migrar para o Windows 8, deverá rodar o Assistente de Atualização para o Windows 8 (que estará disponível no site da Microsoft quando o sistema for lançado) para determinar quais componentes de seu hardware podem não funcionar com o novo sistema. As listas de hardware incompatível podem variar, mas um item invariavelmente aparecerá como necessitando de uma atualização: o software para reprodução de DVDs. Isso porque a Microsoft removeu do sistema operacional a capacidade de tocar DVDs (embora continue a embarcar o Windows Media Player). Para isso você terá de instalar um player de terceiros, pago ou gratuito. Nossa recomendação é o VLC Media Player, que é gratuito.

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Assistente determina a compatibilidade de seu hardware, e software, com o Windows 8

Na verdade essa é mais uma questão de usabilidade do que um problema de compatibilidade. Mas é definitivamente um incômodo.

Entusiastas, você foram avisados!
Usuários de PCs desktop provavelmente terão menos problemas na atualização para o Windows 8 do que usuários de notebooks. Isso porque os fabricantes de notebooks tendem exercer um controle maior sobre o lançamento de drivers para suas máquinas. Drivers de vídeo podem ser particularmente problemáticos: mesmo notebooks de gerações recentes com GPUs modernas podem estar usando drivers antigos.
Considere a situação de um usuário do Windows 8 Preview Release que tem um notebook Dell equipado com uma GPU Radeon HD 7600M, um modelo bem recente. De acordo com um post deste usuário num site de suporte da Microsoft, o Windows 8 não carrega o driver da Radeon corretamente, e não há um driver atualizado no site de suporte da Dell.
É possível que tais drivers apareçam até 26 de Outubro, mas também é possível que ocorram atrasos. Mesmo que você compre um notebook capaz de rodar o Windows 8 e que venha com um cupom para um upgrade com desconto, pode ser mais interessante não fazer a atualização até que você possa confirmar que todos os drivers necessários estão disponíveis.
A Microsoft insiste que os drives atuais para o Windows 7 funcionam no Windows 8. Ainda assim, ao fazer isso o usuário verá uma mensagem dizendo que o software não foi assinado digitalmente para o Windows 8 e o funcionamento não é garantido. Nosso conselho? Não aposte nas alegações de retrocompatibilidade da Microsoft.
A migração do Windows 7 para o 8 será mais suave do que a que muitos usuários experimentaram durante a era do Vista. Mas nenhuma atualização de sistema operacional é isenta de problemas para todos os usuários.
* O editor sênior da PCWorld EUA, Loyd Case, colaborou neste artigo

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Impressora de Chocolate


A empresa Choc Edge desenvolveu o software para a Choc Creator. Uma impressora que usa chocolate para criar uma série de figuras.

O aparelho funciona a partir de um software de impressão 3D. Pode ser programado para criar desenhos com diferentes formas e níveis de complexidade. 
A impressora custa R$ 7,5 mil, aproximadamente. Ainda não há previsão de quando o equipamento chega ao Brasil com preços mais acessíveis.
Fonte:

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Disney desenvolve técnica de impressão 3D de displays luminosos



Enquanto as impressoras 3D existentes atualmente são capazes de obter alguns resultados bastante impressionantes, a técnica em geral ainda é limitada. No entanto, um estudo conduzido pela Disney Research desenvolveu uma técnica que poder revolucionar o segmento.
De acordo com o estudo, materiais transparentes podem ser utilizados pelas impressoras 3D para criar objetos com diversas funções interessantes, como a sensibilidade a toque e a presença de displays luminosos.. Para realizar essa última técnica, a impressora cria pequenos “encanamentos de luz” capazes de direcionar os raios luminosos para a superfície em que se deseja criar um display luminoso.
Além disso, a Disney Research também inova ao desenvolver uma técnica que monta os objetos da impressora 3D de uma maneira diferente. Em vez de imprimir diversas partes que serão montadas depois, a pesquisa aposta na montagem de objetos em camadas – técnica capaz de montar com precisão os “encanamentos de luz” das peças. Mais informações, em inglês, podem ser encontradas diretamente no estudo publicado pela Disney.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/impressora-3d/31041-disney-desenvolve-tecnica-de-impressao-3d-de-displays-luminosos.htm#ixzz29SmnW0UG

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Entendenda porque um cartucho de tinta custa caro



Antigamente, existia apenas um tipo de cartucho para modelos específicos de impressora. Esses cartuchos eram o que podemos chamar de “cartuchos de alta capacidade”, porque continham grande quantidade de tinta. Porém, as empresas começaram a perceber que as pessoas não estavam comprando cartuchos e sim impressoras. A venda dos cartuchos neste caso representa o retorno financeiro para a empresa para compensar a venda das impressoras por preços mais baixos, mas sem a venda dos cartuchos o prejuízo foi sinalizado.
Ainda no assunto de antigamente, as pessoas preferiam comprar impressoras novas do que cartuchos, porque uma impressora nova vem com cartuchos novos e como eles eram de “alta capacidade”, duravam mais. Se levarmos em conta uma impressora de R$300 com quatro cartuchos de R$40 cada, ao reabastecer sua impressora, em pouco tempo ele vai gastar mais com cartucho do que com o preço que pagou na impressora, por esta razão, um equipamento novo era mais vantajoso. (Na verdade é assim até hoje. Com o tempo você percebe que gasta mais com cartucho do que o valor pago pela impressora).
Diante do estoque parado, as empresas resolveram diminuir a quantidade de tinta do cartucho para que eles acabassem mais rapidamente e forçassem o consumidor a comprar o cartucho novo ao invés da impressora, já que ninguém vai comprar 1 impressora a cada 4 ou 6 meses.
A quantidade foi reduzida, mas o preço não diminuiu, e então temos no presente um mercado onde cartuchos originais custam caro e duram pouco. Já parou pra dividir o valor do cartucho pela quantidade de ml que ele possui? Imagine um cartucho com 4ml que custou 32,90. Fazendo as contas, significa que você paga R$8,22 por cada ml. Levanto em conta que 1ml é menos que uma gota… Podemos afirmar com certeza que a tinta pra cartucho é o líquido mais caro do mundo. Mais até do que o petróleo.
Pesquisa também é a alma do negócio. Faça a sua e compre consciente.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Conheça soluções da indústria para reciclagem de lixo eletrônico


Empresas adotam a prática da chamada logística reversa. O produto volta para onde foi fabricado e é reaproveitado como matéria-prima ou na forma de componente.

André Trigueiro

Os brasileiros entraram com grande entusiasmo na era da eletrônica, mas com pouquíssima disposição de reciclar o lixo eletrônico.
Segundo Ministério do Meio Ambiente, guardamos, no Brasil, 500 milhões de aparelhos sem uso em nossas casas. É muito lixo eletrônico. Quando se pensa em mundo, então, o número é mais impressionante.
O que se produz de lixo eletrônico por ano encheria tantos vagões de trem que daria a volta no planeta. A situação se agrava na proporção em que a vida útil dos aparelhos diminui. Um computador é trocado, em média, a cada dois anos. O celular, menos que isso (22 meses); a TV dura 10 anos; um DVD, entre quatro e cinco anos.

Isso faz com que o Brasil descarte, por ano: 97 mil toneladas de computadores; 115 mil toneladas de geladeiras; 140 mil toneladas de TVs; 2,2 mil toneladas de celulares; um bilhão de pilhas.

Nós já mostramos iniciativas públicas e de Organizações Não Governamentais (ONGs) para reciclar esse material que dão muito certo, mas o que muitos não sabem é que também existe a logística reversa - traduzindo: o produto volta para onde foi fabricado. É reciclado e reaproveitado, seja na forma de componente, seja como matéria-prima.

A Política Nacional de Resíduos Sólidos tornou a logística reversa uma obrigação para todas as empresas do país. Deu prazo para que funcione e as empresas estão tratando de se adequar.

Não precisa esperar muito para aparecer mais gente com aparelhos velhos numa assistência técnica. “Liguei no serviço de atendimento ao consumidor e me informaram que essa era a loja mais próxima da minha residência”, fala a aposentada Thais Amaral Melo.

“A partir da assistência técnica uma empresa especializada coleta o produto. Ela desmonta esse aparelho e destina as peças adequadamente. Nós iniciamos esse programa em março de 2010 e até hoje nos coletamos cerca de 300 toneladas de produtos entre equipamentos, pilhas e baterias e de outros”, diz o diretor de sustentabilidade da Phillips, Márcio Quintino.

“Tem farmácias em São Paulo que aceitam pilhas, tem lojas de celular que aceitam celular usado, e tem uma rede de supermercado que aceita tanto óleo de cozinha, papelão, garrafa”, conta Thais.

Um banco, por exemplo, tem um papa-pilhas em quase todas as agências e não é só pilha que se encontra no local: baterias, celulares, cartuchos. Tudo recolhido e levado para a reciclagem.

“Nós já arrecadamos cerca de 702 toneladas. Na verdade vem superando a expectativa”, conta o gerente regional de atendimento Santander, Ricardo Fingolo.

Numa grande empresa de computadores e impressoras, o conceito de reciclagem está em todas as etapas da produção. As folhas de teste das impressoras viram caixa para embalar o produto. As caixas de papelão são reutilizadas oito vezes pelos fornecedores. Os cartuchos devolvidos viram matéria-prima e cada impressora, por exemplo, sai do local com um chip de identificação próprio, uma espécie de DNA da máquina.

“É identificado que produto é, do que ele é composto e como é que deve ser feito o processo de descarte dele. Peça por peça, parte por parte”, explica o vice-presidente de Impressão da HP, Cláudio Raupp.

A empresa não divulga quanto investe e muito menos quanto ganha de retorno com o programa, mas afirma que, com a cadeia produtiva sustentável, em um ano transformou um 1,3 bilhão de garrafas plásticas em matéria-prima, reduziu 22% da pegada de carbono e poupou 70% de água, quantidade suficiente para abastecer três milhões de casas.

“O consumidor tem um papel extremamente relevante porque na reciclagem e na sustentabilidade ele é que toma a decisão de fazer o descarte, ele é que toma a decisão de separar o lixo, naturalmente que a legislação existe, a regulação existe, mas se o consumidor não fizer o papel dele, a cadeia toda não vai funcionar”, completa Raupp.

Portanto, se você está aí em casa pensando nos aparelhos que não usa mais, mãos à obra. Afinal, segundo a ONU, se ninguém fizer nada, a previsão é de que em 2015 o mundo esteja produzindo 150 milhões de toneladas de lixo eletrônico por ano. Imagina só como o nosso planeta vai ficar.
  

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Evento discute cenário da política de resíduos eletrônicos







O tema gestão de resíduos sólidos é um dos destaques da programação da  segunda edição do Forum Green Tech, principal evento sobre sustentabilidade no segmento de TIC (TI e telecom), que se aconte no dia 30 deste mês, em São Paulo.  

Duas palestras discutirão o assunto ao longo do evento. Uma delas, com o tema “Cenário Internacional de Gestão de Resíduos Sólidos”, será proferida pelo diretor técnico mundial da ISWA (International Solid Waste Association), Antonis Mavropoulos. A ISWA é uma associação internacional, independente e sem fins lucrativos, criada para promover o desenvolvimento profissional da gestão de resíduos no mundo. Mavropoulos explicará quais os principais avanços e tendências neste segmento.

A segunda palestra, “Cenário pós-aprovação do Plano Nacional de Resíduos Sólidos – Uma visão crítica”, será proferida pelo diretor de responsabilidade socioambiental da Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica), Andre Luis Saraiva, que vai mostrar quais os avanços e as limitações da regulamentação da Política Nacional de Resíduos Sólidos. O tema será em seguida debatido pelos representantes de entidades do setor, como a Abraps, Abree, Abere e o CTI ,de Campinas.
O Forum Green Tech vai ainda debater a questão da governança e gestão alinhadas à sustentabilidade em TICs, tema fundamental para executivos de governo, das empresas, entidades e instruções do setor. O evento também apresentará cases da Volkswagen, e o seu projeto de escritório sustentável, e da Odebrecht, e o seu projeto de cidade compacta sustentável.

A promoção é da revista TI INSIDE e a organização da Converge Comunicações. O programa completo do Forum Green Tech e mais informações sobre o evento podem ser obtidas pelo site www.convergecom.com.br/eventos  ou pelo 0800 7715028.

Fonte: TI Inside

terça-feira, 9 de outubro de 2012

OKI já imprime a branco


oki branco
A OKI acaba de apresentar as primeiras impressoras LED com toner branco, que vêm alargar os horizontes da criatividade e do design, permitindo a impressão em suportes de qualquer cor, incluindo transparências.
Com as impressoras C711WT e C920WT da OKI, as empresas passam a dispor de uma maior flexibilidade nos seus processos criativos. Ao associar a impressão a cores LED (de A4 a A3+ de alta definição) à tecnologia de toner branco, a gama WT da OKI permite imprimir in-house numa enorme variedade de suportes e aplicações, que anteriormente exigiam técnicas de revisão ou impressão em gráficas.
“Até agora, para se alcançarem resultados gráficos de elevada qualidade, seriam aconselháveis processos de impressão com telas ou jato de tinta, lentos e dispendiosos, muito susceptíveis ao erro humano e potenciadores do desperdício. A partir deste momento, com a gama de impressoras WT da OKI, estes problemas ficam ultrapassados, pois estes novos modelos, além de versáteis e fáceis de utilizar, não obrigam a um processo de secagem dos materiais, aceleram os processos de impressão e representam custos incomparavelmente inferiores às alternativas disponíveis” – explica Carla Andrade, Product Marketing Manager da OKI Systems Portugal.
A impressora A4 C711WT disponibiliza impressão a quatro cores (CMY+branco), a 8 páginas por minuto (ppm) em modo de transparência e 34 ppm com papel normal. Por seu turno, o modelo A4/A3 C920WT foi concebido a pensar num volume de trabalho mais elevado, debitando entre 10 e 31 ppm A4, em transparências e papel comum, respectivamente. Estes novos equipamentos permitem utilizar diferentes tipos e formatos de papel, facultando um resultado final de elevada qualidade e resistência, menos susceptível de deterioração em comparação com as alternativas a jato de tinta. Para além das aplicações em trabalhos gráficos avançados, apresentam igualmente vantagens em utilizações mais lúdicas ou utilitárias, tais como a impressão de imagens para tecido, cerâmica, plástico transparente, letreiros, ou em autocolantes para vidro.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Copa mais “verde”

MMA discute a adoção de projetos de redução das emissões de gases poluentes decorrentes das obras do torneio

Lucas Tolentino

Mesmo com os inúmeros benefícios para o Brasil, a Copa do Mundo de 2014 pode gerar impactos ambientais nas cidades que sediarão os jogos do torneio. Para evitar consequências negativas ligadas às mudanças climáticas, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) trabalha ações com o objetivo de transformar o torneio em uma Copa Verde, com enfoque na sustentabilidade das obras em andamento nas 12 cidades-sede.

O aumento no consumo de energia, a construção de estádios e o deslocamento urbano aparecem como as principais ameaças para o meio ambiente. “A Copa do Mundo tem um grande potencial de transformação e consolidação das tecnologias de baixo carbono”, justifica a gerente Karen Cope, da Secretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental (SMCQ) do MMA. “É importante deixar, após o evento, um legado de economia verde”.

Tatu-bola: mascote da Copa caiu no gosto popular

GESTÃO

A Câmara Temática de Meio Ambiente e Sustentabilidade, criada em função da Copa do Mundo, é onde se discute os temas ambientais ligados ao evento. No âmbito das mudanças climáticas, as iniciativas se concentram na gestão das emissões de gases de efeito estufa. Entre elas, está o guia para elaboração de um inventário, com o objetivo de subsidiar a execução de obras sustentáveis nos estados. 

Uma parceria com a Embaixada Britânica possibilitou a realização de oficinas de capacitação com representantes de várias cidades-sede. A cooperação tem permitido que as orientações e alternativas sigam as diretrizes do Useful Simple Projects, entidade responsável pelo inventário de emissões de gases de efeito estufa das Olímpíadas de Londres, realizadas neste ano. 

EXEMPLOS

Karen Cope defende que as medidas da Copa Verde considerem experiências vividas por outros países que sediaram grandes eventos. Segundo ela, as duas últimas Copas do Mundo, realizadas na África do Sul (2010) e na Alemanha (2006), já levavam em consideração aspectos ambientais. “Em muitos casos, tentam compensar as emissões por meio de reflorestamento”, afirma. Mas o que queremos é não emitir gases de efeito estufa”. 

O projeto da Copa Verde envolve diversos órgãos do Executivo. O acordo de cooperação celebrado entre o MMA e o Ministério do Esporte determina que haja um esforço conjunto na incorporação da esfera ambiental às obras decorrentes da competição. Firmado em 2010, o pacto tem, ainda, o objetivo de assegurar o envolvimento dos governos estaduais e municipais no processo.


Fonte: Ministério do Meio Ambiente.



Etiquetas Jadi ou Canal Verde, a opção é sua a qualidade é nossa.


A Canal Verde, líder na distribuição de insumos e suprimentos para impressão no Brasil, oferece opções diferentes de etiquetas para comercialização dos Toners em garrafas. 



Na opção de etiqueta Canal Verde, você tem nossa marca estampada e a certeza de comprar a qualidade que há mais de 20 anos conquista o mercado.  Na opção de etiqueta JADI, parceira exclusiva Canal Verde no Brasil, você compra o produto com o selo do melhor fabricante de pó de toner do mundo.
Seja qual for sua escolha, nós garantimos a melhor qualidade.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Bilionária de 56 anos tenta salvar HP do precipício


Aos 56 anos, Meg Whitman já descobriu o que fará no terceiro ato de sua vida. Há pouco mais de um ano, a executiva (que se tornou bilionária como presidente do eBay e gastou uma fortuna tentando se eleger governadora da Califórnia) é a CEO da HP (Hewlett-Packard).

Hoje, a maior companhia do setor tecnológico americano em termos de receita parece ter sido jogada para escanteio. Desde que Meg assumiu a empresa, as ações despencaram em 24%. Ontem, chegaram ao menor patamar dos últimos dez anos.

Apesar de investir US$ 4 bilhões anuais em marketing, a HP vem sofrendo a mais rápida erosão entre as grandes companhias mundiais, de acordo com o grupo publicitário WPP.
Por que então aceitar o cargo? Parte da resposta pode estar no novo slogan que ela propõe para a empresa: "Fazendo importar".

Meg Whitman acredita na HP e que a companhia é importante para o Vale do Silício, a Califórnia e o planeta.

A executiva quer uma nova empresa, com mais foco no consumidor e na informação onipresente. Sua ideia é reformular os computadores com telas que possam ser removidas para funcionar como tablets, parecidos com o iPad, da Apple.

Segundo a executiva, a HP também irá ingressar no mercado de aparelhos móveis. As impressoras da companhia, sob ataque de concorrentes mais baratos, também estão sendo reformuladas.

DECLÍNIO
Administrar o declínio, ou, como prefere a CEO, "a transformação de antigos negócios", é sempre uma tarefa difícil para um executivo.

Paul Sancya/Associated Press
Meg Whitman, executiva-chefe da HP, num evento político em 2008
Meg Whitman, executiva-chefe da HP, num evento político em 2008


Para superá-lo, Meg vem tentando reproduzir o velho estilo dos cofundadores da HP, William Hewlett e David Packard: ela espera na fila para fazer refeições na cantina, faz videoconferências com os funcionários e pergunta se pode se sentar ao lado de seus subordinados.

"Não há nada de errado em comandar um negócio em declínio, desde que você esteja administrando esse declínio", diz. "Mas não é viável ter uma empresa que esteja inteira dessa forma."

Para Marc Andreessen, investidor do Vale do Silício e membro do conselho da HP que ajudou a contratar Meg, "ela compreende os clientes e o negócio". Embora não seja engenheira, "sabe muito bem como conversar com engenheiros".


PLANOS

Na tentativa de retomar sua posição de marca, a empresa espera vender mais computadores pessoais a partir de outubro.

Neste ano, a executiva dobrou a equipe de designers da divisão de computadores que agora conta com 60 pessoas --ainda pequena se comparada à da Apple.

Na apresentação anual da HP a investidores, ela culpou as várias mudanças em cargos de alto escalão nos últimos anos pela lentidão na recuperação da companhia.
Segundo ela, deve demorar até o ano fiscal de 2014 para que a recuperação torne-se visível.

"O grande desapontamento deriva do fato de que espera-se que as coisas piorem (no ano fiscal de 2013)", disse o analista Amit Daryanani, da RBC Capital Markets.
Tradução de PAULO MIGLIACCI

Tempo de decomposição de alguns materiais

Você sabia que várias coisas que já não tem mais utilidade podem ser reaproveitadas e voltar a ter utilidade?

Pois é, isso se chama reciclagem!

A reciclagem é um conjunto de técnicas que tem o objetivo de aproveitar os restos e reutilizá-los no processo de produção de que saíram. Eles são desviados, coletados, separados e processados para serem utilizados como matéria-prima na fabricação de novos produtos.

O lixo de gerações

Cada brasileiro produz cerca de 500 gramas de lixo por dia. Olhando assim, parece pouco, mas, somando a população brasileira você vai ver que toso esse lixo se transforma em um enorme bolo de milhões de toneladas.
Quando o caminhão de lixo passa para recolher os sacos, ele é levado para um terreno chamado de aterro sanitário ou lixão. Porém devido o aumento da população, a quantidade de lixo também aumenta, e isso está fazendo com que não haja mais espaço para tanto lixo.
Na natureza, toda a matéria orgânica viva se decompõe rapidamente e ainda ajuda a tornar a terra mais fértil para alimentar novos seres que virão. Mas, com os seres humanos é diferente, porque são os únicos seres vivos que produzem coisas artificiais, e, algumas delas como latas de refrigerante, plástico e vidro levam uma eternidade para se decompor.
Confira na tabela abaixo com alguns desses ‘lixos de gerações’:
Material
Tempo para decomposição
Jornais
De 2 a 6 semanas
Embalagens de papel
De 3 a 6 meses
Fósforos e pontas de cigarros
2 anos
Chiclete
5 anos
Nylon
30 anos
Tampas de garrafas
150 anos
Latas de alumínio
De 200 a 500 anos
Isopor
400
Plásticos
450 anos
Fralda descartável comum
450 anos
vidro
1.000.000 de anos (um milhão)

Como reciclar?

A reciclagem começa dentro de casa, pois é necessário a separação e preparação do lixo.
Por exemplo: As pilhas não devem ser misturadas com o lixo comum (restos de comida), pois contem substâncias tóxicas.
O lixo deve ser separado lixo reciclável como o plástico, o papel, o vidro e o metal.
Daí quando tudo estiver corretamente separado, é só levar para os Pontos de Entrega Voluntária (P.E.V.), espalhados pelas cidades do Brasil. Ou então, você pode levar para o local mais próximo da sua casa onde existem aquelas latas grandes e coloridas com os símbolos de cada material.
Conheça os símbolos e as cores para cada tipo de material, espalhados no mundo inteiro:
RECICLÁVEL
NÃO RECICLÁVEL
PAPEL
PAPEL
Jornais e revistas
Fitas adesivas
Folhas de caderno
Papel carbono
Caixas de papel
Papeis sanitários
Cartazes
Papeis metalizados
Guardanapos
fotografias
PLÁSTICO
PLÁSTICO
Garrafas de refrigerantes
Cabo de panela
Embalagens de produtos de limpezas
Tomadas
Copinhos de café
Embalagens de biscoito
Embalagem de margarina, canos e tubos
Misturas de papel, plásticos e metais
Sacos plásticos em geral
Metal
Metal
Latinhas de aço (de óleo, de salsicha)
Pilhas
Latinhas de alumínio (como as de refrigerante)
Esponjas de aço (aquelas usadas para lavar louça)
Panelas
Clips
Pregos
Grampos
Arames
VIDRO
VIDRO
Garrafas de todos os tipos
Espelhos
Copos
Lâminas
Potes
Porcelana
Frascos
Cerâmica
Depois de separado o material vai para a central de triagem no Departamento de Limpeza Urbana (D.L.U.). Lá o ele é colocado em uma esteira rolante para a seleção do que pode e o que não pode ser reciclado.
Confira abaixo o que pode e o que não pode ser reciclado:
A reciclagem tem um papel fundamental no meio ambiente, pois além de diminuir o acúmulo de lixo nas áreas urbanas, ela ainda faz uma “economia” dos recursos naturais.
E cada um de nós só tem a ganhar com isso, pois se o meio ambiente está bem, nós também estamos.
Fonte: www.fiocruz.br