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segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Lexmark supera estimativas, espera fechar vendas atrasadas


A fabricante de impressoras Lexmark publicou resultados melhores do que o esperado no terceiro trimestre devido a encargos menores relativos a reestruturação e disse que suas margens cresceram à medida que a companhia transferiu seu foco para softwares e digitalização de imagens.
A Lexmark está no meio de um processo de mudança de direção, com o qual pretende abandonar a fabricação de impressoras de jato de tinta pouco rentáveis em busca de operações corporativas.
As vendas contraíram 11 por cento no trimestre, e a companhia projeta outro declínio de 10 a 12 por cento no quarto trimestre, com sua transição estratégica prejudicada por um mercado fraco no setor tecnológico, particularmente na Europa.
Mas sua ação chegou a subir 4 por cento na bolsa de valores de Nova York, já que a companhia anunciou um salto nas margens de lucro bruto de 37,4 por cento no ano passado para 40 por cento, e disse que espera recapturar algumas das grandes vendas atrasadas no terceiro trimestre.
"Na América do Norte, embora estejamos desapontados pelo fato de que muitas transações grandes não foram concluídas no trimestre, a maioria das quais acreditamos ter sido atrasadas e não perdidas", disse o vice-presidente financeiro da Lexmark, John Gamble, em teleconferência.
"Esperamos que elas sejam fechadas nos próximos trimestres", disse.
A Lexmark praticamente não lucrou no trimestre, frente a um lucro de 67 milhões de dólares ou 0,86 dólar por ação no ano anterior.
Mas excluindo itens não recorrentes, a companhia lucrou 0,94 dólar por ação, superando as expectativas de analistas de lucro de 0,78 dólar por ação com receita de 911,6 milhões de dólares. A receita, de 919 milhões de dólares, também superou expectativas.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

A cada minuto são impressas dois milhões de páginas na EMEA

O volume de páginas impressas em impressoras domésticas e empresariais a nível mundial caiu 1% entre 2010 e 2011, refere a IDC num estudo recente sobre o mercado de impressão, que revela terem sido impressas durante o ano passado cerca de três biliões de páginas.

Segundo a IDC, as regiões com países em desenvolvimento registaram um aumento no número de impressões (7.5%), enquanto os mercados mais desenvolvidos imprimiram menos 5% de páginas durante 2011, face ao ano anterior.

O estudo indica que a região da EMEA - Europa, Médio Oriente e África - refletiu as tendências registadas a nível mundial, com os países da Europa ocidental a mostrar uma redução de 3% no número de impressões efetuadas, enquanto as zonas da Europa central, oriental, o Médio Oriente e África (CEMA) mostraram um aumento de 2%. Contas feitas, a EMEA registou uma ligeira quebra no número de páginas impressas.

"No total, mais de dois milhões de páginas foram impressas na região da EMEA a cada minuto" detalha Ilona Stankeova, responsável pela área de dispositivos de impressão e soluções de documentação da IDC para a zona CEMA.

A IDC explica a redução do número de impressões na Europa com a redução "considerável" do número médio de páginas impressas por cada dispositivo de impressão, cuja base instalada até aumentou durante 2011.

"Após um pico no volume de páginas em 2010, o mercado da impressão doméstica e empresarial na Europa ocidental atingiu a maturidade e deverá entrar em declínio nos próximos anos" refere por outro lado Mario Lombardo, analista sénior da IDC para as áreas dos dispositivos de impressão e soluções de documentação.

O estudo da IDC faz ainda referência ao volume de páginas impressas em 2011 com base na tecnologia de impressão, bem como nos fabricantes de impressoras. No primeiro caso, se a tecnologia de jato de tinta continuou a dominar a base instalada de equipamentos em 2011, foi a tecnologia a laser monocromática a responsável pelo maior número de impressões efetuadas no formato A4.

Já ao nível dos fabricantes responsáveis pela impressão domaior número de páginas no formato A4, a HP, Canon e Xerox fixaram-se nos três primeiros lugares durante 2011, na região da EMEA.

Eis os quadros da IDC: 

Quadro tecnologias impressão



Quadro Fabricantes

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

Por que o chip queima tão fácil e o que fazer para evitar


O primeiro motivo mais óbvio se inicia no fato de os componentes do chip serem muito sensíveis, e por isso, qualquer coisa causa algum tipo de dano.
Junta-se o fato da sensibilidade com a eletricidade estática, temos aqui um dos casos mais comuns de queima de chip. Se você sentar em uma cadeira de plástico ou passar por um tapete/carpete, será o suficiente para estar carregado de energia estática. Nesta condição, se você tocar o chip, a carga é transferida pra ele e aí… Adeus. Você pode evitar isso usando sapatos com solado de borracha ou usando pulseira anti estática.
O outro motivo é a camada de gordura que nossos dedos possuem. Para a nossa vida é ótimo. Mantêm as mãos saudáveis e hidratadas, mas para o chip é nocivo. Ele é tão sensível que o contato com essa oleosidade das mãos pode gerar um curto e aí… Adeus também! Em hipótese alguma utilize alicates para o manuseio. A sensibilidade do chip não suportaria. Use luvas de látex ao manusear e se possível, juntamente com a pulseira anti estática.
O último motivo é o próprio equipamento e a variação de energia, especialmente a energia que volta com tudo depois de uma queda, pode ser fatal. O uso de estabilizador ajuda a equilibrar essas oscilações, mas não é o suficiente. A recomendação é que a impressora não seja ligada com outros aparelhos em filtros de linha ou benjamins (o chamado T), mas sim, que ela tenha uma tomada só pra ela.
Em casos de problema na impressão, evite interromper abruptamente a comunicação entre impressora e chip. Se o papel enroscar, espere a impressora emitir seus alertas e faça o que eles pedirem. Nunca abra a tampa da impressora como forma de interromper um processo de impressão. Isso também danifica o chip. Desligue a impressora e depois retire da tomada.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Impressoras 3D guiarão novo modo de produção industrial


"Os últimos dez anos foram sobre descobrir novas maneiras de criar, inventar e trabalhar em grupo usando a internet. Os próximos dez serão sobre aplicar essas lições ao mundo real."
"Este livro é sobre os próximos dez anos."

É com leve prepotência que Chris Anderson, editor da revista "Wired", define seu mais recente lançamento, "Makers: The New Industrial Revolution" ("Fazedores: A Nova Revolução Industrial"), publicado no início do mês.

A obra se propõe a analisar um novo movimento de "faça você mesmo", desencadeado pelo início da popularização de impressoras 3D --há exemplos até no Brasil, conforme a Folha noticiou (bit.ly/impressoras3D).

Por meio da transformação de bits em átomos --informação em objetos--, ou por possibilitar essa transformação, as empresas dos "makers" dariam um passo adiante.
Passo que Facebook, Google e outras companhias da era da informação não deram.
Dividido em duas partes, "A Revolução" e "O Futuro", o livro parte do pressuposto de que os "makers" são mais que sonhadores de fundo de garagem, e o leitor é obrigado a comprar a ideia se quiser seguir o raciocínio.

Para tentar provar o ponto de vista, Anderson usa como principais exemplos duas iniciativas: uma do avô materno dele, Fred, e outra tomada por ele próprio.

No primeiro caso, o inventor criou e patenteou um sistema elétrico para automatizar a rega de jardins. Depois, licenciou a tecnologia, recebendo por direitos autorais.

No segundo caso, o próprio Anderson criou uma empresa de aeromodelos, a DIY Drones. Tanto o design quanto o software são desenvolvidos on-line por voluntários, e tudo é licenciado por Creative Commons. A renda da empresa vem apenas de vendas.

Para o autor, esse modelo de criação traz vantagens, como o acesso gratuito a profissionais movidos por paixões pessoais e que sentem-se parte de uma comunidade.

Com texto rápido, Anderson leva o leitor a crer que a construção de comunidades on-line engajadas é tarefa simples, enquanto empresas investem milhões e batem cabeça para atingir a meta.

CÓPIAS BEM-VINDAS
E se outra companhia decidir copiar os produtos?
"Idealmente, outras empresas mudariam e melhorariam os produtos", diz Anderson. "Esse é o tipo de inovação que as plataformas de código aberto foram feitas para promover."

"Mas se querem apenas clonar os produtos e vendê-los por um preço menor, está tudo bem, também. Os consumidores irão decidir."

Nesse sentido, os principais valores das empresas de "makers" são marca e comunidade. Os desenvolvedores --que são, também, consumidores-- criam laços com o produto. Assim, eles preferem pagar mais por algo que ajudaram a criar, em vez de economizar com cópias.
Dentro do pensamento de Anderson, entretanto, inexiste a hipótese de uma comunidade abrir mão do produto que criou em troca de outro.

Como apêndice do livro, um manual para iniciantes em CAD (desenho auxiliado por computador), impressão 3D e escaneamento 3D pretende tornar o leitor mais empolgado um "fazedor digital".

Aos menos animados a leitura das 272 páginas talvez se torne enfadonha. Alguns argumentos utilizados pelo autor se repetem de modo insistente -e, algumas vezes, irritante- por toda a obra.
Nesse caso, a versão condensada do livro, reportagem de capa da "Wired" de novembro, talvez seja mais adequada (bit.ly/wirednov).

Makers: The New Industrial Revolution
AUTOR Chris Anderson
EDITORIA Crown Business
QUANTO US$ 14,88 (272 págs.)
AVALIAÇÃO Bom


Simon Plestenjak/Folhapress
Empresa tem impressoras especias que imprimem objetos reais de um arquivo digital
Empresa brasileira possui impressoras especias que imprimem objetos reais de um arquivo digital

As 10 maiores tendências tecnológicas de 2013, segundo o Gartner






Ascensão de dispositivos móveis está no topo da lista, que inclui ainda soluções em memória e lojas corporativas de aplicativos.

Primeiro, veio a adoção pesada da plataforma móvel da Apple pelos consumidores, que encantados com a mobilidade forçaram as empresas a apoiar o uso de dispositivos pessoais para fins profissionais.  

O Android invadiu o mundo corporativo logo depois e chega agora o Windows 8, o mais recente esforço da Microsoft para manter seu império no mundo do PC intacto e ganhar participação de mercado em dispositivos móveis.

Para o instituto de pesquisas Gartner, a chegada do Windows 8 esquenta a "batalha de dispositivos móveis", forte aposta para 2013, que está na lista das dez maiores tendências de TI nos próximos meses.

O Gartner prevê que em dispositivos legados "90% das empresas vão ignorar implementações do Windows 8, pelo menos até 2014", avalia Peter Sondergaard, que comanda a operação de pesquisa do Gartner.

Veja abaixo a lista das dez tecnologias estratégicas para empresas que estarão em alta em 2013 a e vão impactar a TI nos próximos meses, segundo o Gartner.

1. Dispositivos móveis

No próximo ano, os telefones celulares vão ultrapassar os PCs como dispositivo mais comum de acesso à web em todo o mundo. Será que isso significa que aparelhos móveis vão substituir os PCs? Sim e não, diz o Gartner. 

Alguns departamentos de TI só precisam suportar dispositivos móveis para profissionais específicos cujas funções exigem mobilidade. Os demais permanecem nos tradicionais computadores. Mas, acrescenta o Gartner, a ascensão de dispositivos móveis sinaliza o fim do Windows como plataforma corporativa única.

"Até 2015, os embarques de tablets vão atingir cerca de 50% dos embarques de laptop e o Windows provavelmente ficará em terceiro lugar na preferência das pessoas, atrás do Android e do iOs, da Apple", relata David Cearley, analista do Gartner em relatório. "Como resultado, a participação da Microsoft na plataforma do cliente (PC, tablet, smartphone) provavelmente será reduzida para 60% e pode cair para 50%."

2. Mudança de aplicativos nativos para aplicativos web como HTML5 

O Gartner nota que os aplicativos nativos não vão desaparecer e "sempre oferecerão a melhor experiência ao usuário e recursos mais sofisticados."

3. Nuvem pessoal substitui a noção de computador pessoal


A nuvem vai abrigar todos os aspectos da vida de uma pessoa, diz o Gartner. Por ser um modelo tão vasto e capaz de empacotar recursos infinitos "nenhuma plataforma, tecnologia ou vendedor vai dominá-lo", indica o instituto de pesquisas. Isso também significa que TI terá de suportar quase tudo.

4. Internet das Coisas

Tudo vai conectar-se à internet, incluindo câmeras, microfones, realidade aumentada, edifícios e sensores embutidos em todos os lugares. Em muitos casos, ela já se faz presente. A Internet das Coisas vai conduzir novos produtos, como os baseados em uso seguro ou de políticas fiscais. Também levantará novas questões.

"Estamos em um momento em que já não é exagero imaginar que muito do que e quem interagimos esteja ligado à internet", aponta Cearley.

5. Cloud computing

Como a adoção da nuvem cresce, os departamentos de TI terão de criar "serviços em nuvem" para servir como foco central para gerenciar o acesso à serviços externos.

6. Big Data estratégico

Projetos de Big Data estão se tornando mais econômicos para as empresas, graças, em parte, aos servidores e CPUs de baixo custo. Big Data estratégico, acredita o Gartner, fará com que usuários executem projetos não mais isolados. Companhias vão incorporar a análise da grande massa de dados em mais atividades que desempenham.

7. Analytics acionável


Analytics acionável é, em alguns aspectos, um subconjunto da sexta tendência (Big Data estratégico). Processamento de baixo custo está fazendo o possível para "realizar análises e simulações para cada ação tomada em um negócio". A maioria das análises hoje se concentra em olhar para a análise histórica, o próximo passo é prever o que pode acontecer.

8. Computação em memória (in-memory)

Computação em memória, diz o Gartner, pode ser transformacional. Ela permite que as atividades que consomem horas para serem executadas levem minutos ou apenas segundos. A computação em memória vai se tornar uma plataforma dominante no próximo ano ou dois, já que cada vez mais os usuários buscam consultas em tempo real.

9. Appliances virtuais integrados à ecossistemas

Eles não vão acabar com aparelhos físicos e suas vantagens de segurança, mas dispositivos virtuais vão ganhar um lugar de destaque nas operações de TI.

10. Lojas corporativas de aplicativos 

Lojas empresariais de aplicativos vão transformar os departamentos de TI em gerentes de mercado, proporcionando governança e até mesmo apoiando a "apptrepreneurs". Lojas de aplicativos serão o espaço para encontrar tudo o que o usuário precisa para aprimorar seu trabalho. 

Fonte: Computerworld

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Oki lança toner branco


 

Oki lançou as primeiras impressoras LED com toner branco, o que significa a impressão em suportes de qualquer cor, incluindo transparências, de uma forma fácil e com custos acessíveis a qualquer bolso.

Após a apresentação da nova tecnologia no passado mês de Abril, finalmente a Oki disponibiliza ao mercado nacional duas impressoras, a C711WT e a C920WT. Esta gama possibilita a impressão in-house numa gigante variedade de suportes e aplicações, que antigamente exigiam dispendiosos custos.


Tal como explica Carla Andrade, Product Marketing Manager da OKI Systems Portugal, «até agora, para se alcançarem resultados gráficos de elevada qualidade, seriam aconselháveis processos de impressão com telas ou jato de tinta, lentos e dispendiosos, muito suscetíveis ao erro humano e potenciadores do desperdício. A partir deste momento, com a gama de impressoras WT da Oki, estes problemas ficam ultrapassados, pois estes novos modelos, além de versáteis e fáceis de utilizar, não obrigam a um processo de secagem dos materiais, aceleram os processos de impressão e representam custos incomparavelmente inferiores às alternativas disponíveis».

A Oki reforça, assim, a sua entrada em novos mercados com esta inovadora tecnologia digital, que representa uma mais-valia para qualquer empresa do setor gráfico. 

Fonte: Revista B!T

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Novas impressoras da Epson aliam recursos inéditos e cartuchos baratos

Silenciosa, a nova linha Expression traz o cartucho preto mais barato da categoria, além do recurso de cartuchos individuais

Brasil tem importância cada vez mais relevante no cenário mundial de impressão. Após dois meses a HP lançar impressoras e cartuchos com preços bem mais reduzidos no mercado nacional, a Epson apresenta ao país a sua nova linha de multifuncionais coloridas, que aliam conceitos inovadores e suprimentos mais baratos.

Direcionada ao mercado de impressão doméstica, a Expression chega ao público brasileiro com dois modelos compactos: XP-204 e XP-401. O primeiro traz o conceito SMART l, com o sistema SMARTPrint, que permite o uso de diferentes cartuchos de acordo com as necessidades dos usuários: R$ 15,99 para quem imprime somente o necessário e R$ 29,99 para quem imprime todos os dias.

Já o outro modelo, Expression XP-401, traz o conceito de Conectividade, que permite a impressão a partir de dispositivos móveis, como smartphone ou tablet, por meio do aplicativo iPrint, da Epson, ou através da nuvem, com o Google™ Cloud Print. Com tela LCD colorida, a XP-401 permite, ainda, ver, editar e imprimir fotos a partir de um cartão de memória, sem a necessidade de ligar um computador. 

Silenciosa, a nova linha Expression traz o cartucho preto mais barato da categoria, além do recurso de cartuchos individuais, onde a troca pode ser feita apenas do suprimento que acabou. 

“Em pesquisas realizadas com consumidores, identificamos diferentes hábitos de impressão, porém, com uma demanda em comum: cartuchos originais com preços mais acessíveis, para que os consumidores não recorram aos cartuchos paralelos, ou recargas, garantindo o melhor desempenho do seu equipamento.”, explica Kao Mei I, gerente de negócios da Epson, sobre a estratégia de vender um cartucho mais barato. 

Outro destaque são os recursos que podem ser compartilhados, pois o equipamento imprime e digitaliza através da rede Wi-Fi, o que expande sua capacidade para ser usada não só com o PC, mas também, com o tablet ou Smartphone. “A crescente penetração de aparelhos móveis no dia a dia do consumidor mostra que mobilidade é uma demanda real e a Epson esta alinhada com esta tendência, inovando no segmento e oferecendo todos os recursos de conectividade aos seus usuários, desde rede Wi.Fi até o Google™ Cloud Print.”, ressalta Simone de Camargo, gerente de marketing da Epson. 

Os novos equipamentos já estão disponíveis ao preço sugerido de R$ 299,00 (XP-204) e R$ 399,00 (XP-401).

Fonte: Portal Lyderis

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Como o Outsourcing REALMENTE afeta sua empresa?


Já tivemos vários artigos comentando sobre o outsourcing em si, o que devemos fazer para ter sucesso, o que não devemos... Enfim, todos nós sabemos o foco do negócio. Porém, o que estamos esquecendo para esta modalidade de negócio é: estamos realmente preparados?

O objetivo deste artigo é dar algumas dicas sobre como nos preparar para oferecer um backgrounding para o outsourcing, ou seja, “arrumar nossa cozinha”. Por estas tortas e mal traçadas linhas passo um pouco do que vi nos meus 16 anos de experiência com recicladores de cartuchos, sobre o que funcionou e o que deu completamente errado no ramo de terceirização de impressões.

Quais áreas são afetadas?
Quando o empresário decide adentrar no ramo do outsourcing ele deve ter plena consciência de que toda a empresa sofrerá alterações (para melhor ou às vezes nem tanto), e deve planejar este passo com toda cautela possível.

As principais áreas afetadas são: o setor de vendas e a produção, além da possível criação de uma terceira área, a de manutenção de impressoras. Sim, devemos pensar e planejar uma área de manutenção de impressoras, pois sabemos que impressoras quebram... Pior é quando as máquinas instaladas nos clientes são suas.

Compras
Sabemos que os compradores devem saber o que compram... Isto parece óbvio, mas, como decidir qual impressora usar? Qual será a que melhor se adapta ao cliente? Qual a que trará melhor custo x benefício para a própria empresa? Isto faz com que o comprador conheça mais profundamente sobre as máquinas disponíveis no Mercado, suas características, seus detalhes, rendimento, ciclo de trabalho, custos de manutenção preventiva e corretiva. Todas estas características são cruciais para o custo de página impressa de cada máquina.

O custo da remanufatura dos cartuchos deve ser também conhecido e sempre discutido, uma vez que é o fator mais importante no custo de cada página. Custo e principalmente recarregabilidade. Devo lembrar aqui o que aconteceu com algumas empresas que conheço que quase (algumas, infelizmente, efetivamente) quebraram quando apareceu a Lexmark T650... Em 2010 tive várias ligações, e certamente não gostei de ser o porta-vos da triste notícia, sobre as soluções para a remanufatura dos cartuchos desta máquina (e de outras com tecnologia de chip semelhante). Empresários despreparados, desavisados e preocupados, porque compraram estes equipamentos e instalaram nos clientes, sem ter o conhecimento que os cartuchos possuíam um simples (porém extremamente complexo) chip que até hoje não foi totalmente copiado... Imaginem os custos todos pensados na remanufatura destes modelos e você sendo obrigado a comprar cartuchos novos para reabastecer seus clientes?

Produção
A produção de cartuchos é outra área importantíssima no Outsourcing. É por ela que preparamos, literalmente, a imagem de nossos produtos: pela linha de produção preparamos os cartuchos, testamos, comprovamos que os cartuchos estão no mínimo perfeitos, e preparamos para nossos clientes.

O que primeiro temos que ter em mente é que o cliente está trocando o seu parque de impressoras por outro virtual, ou seja, ele deixa de ser dono de suas máquinas para pagar por página que é impressa na sua empresa. Até aqui tudo bem, porém o cliente está trocando suas máquinas que, por muitas vezes, usa apenas cartuchos originais. Esta afirmação é extremamente importante porque o cliente possui a imagem de qualidade do cartucho original.

Se nossa produção de cartuchos não está apta a fazer cartuchos com qualidade similar à origina, então nem vale a pena entrar no ramo. Fala uma reciclagem nos conhecimentos dos seus funcionários, contrate nossa consultoria, treine seus colaboradores, enfim, tenha como padrão de qualidade o cartucho original.

O outsourcing traz ao reciclador uma grande vantagem, a padronização: a padronização de impressoras, de cartuchos, de processos, ou seja, a variedade dos cartuchos remanufaturados é menor, diminuindo não só o custo de compra (algo não mencionado no tema anterior), mas também o prazo e a forma com que os cartuchos são feitos. A produção sabe quais cartuchos serão necessários e pode se adiantar, alterando a linha de produção para produzir cartuchos para estoque, não sob pedidos.

A padronização também é interessante porque os erros se tornam mais fáceis de serem detectados e corrigidos, pois as variáveis são menores: pó de toner, cilindros fotocondutores e outras peças, mas de alguns modelos apenas... Isto torna inclusive testes de peças e toner mais simples, uma vez que também a relação produção – empresa fornecedora é mais estreita, facilitando o diálogo em caso de problemas de lote ou qualidade. Por este motivo a troca de fornecedor é também facilitada.

A linha de produção pode ser dividida em algumas partes, como seleção, desmontagem, limpeza, enchimento, embalagem e principalmente testes. Inclusive os testes, se possível, que sejam feitos em área fisicamente separada do restante dos outros processos. É importante que a maior parte dos colaboradores saiba fazer todos os processos, para que eventuais problemas por faltas dos colaboradores possam ser minimizados.

Não economize em ferramental e máquinas sobressalentes para sua linha de produção de cartuchos. Quanto melhor aparelhada sua produção estiver, melhores cartuchos podem ser produzidos. Cansei de ver empresas com defeitos básicos, como chaves Philips desgastadas, alicates tortos, ferramentas improvisadas que mais danificam que ajudam, e outras “pérolas” que mais atrapalham a remanufatura do que ajudam. Ferramentas são baratas, são fáceis de serem encontradas, e não podem faltar em uma linha de produção que se preze. Não economize nisto.

A produção e a área de compras devem estar estritamente ligadas, ou que ao menos, exista uma entidade capaz de unificar as informações sobre recarregabilidade, qualidade, rendimento, tempo de recarga de cada peça, custo da matéria-prima e principalmente custo da página gerada com aquele componente. Pense em uma situação onde o comprador decide por uma impressora cujo custo/página em primeira análise se mostra baixo, porém o tempo que se demora para remanufaturar uma única peça acaba por duplicar este custo?

Sua linha de reparo está ok?
Antes de falar sobre como sua linha de reparos de impressoras deve ser, precisamos saber por que ela é importante dentro do quadro da sua Empresa: Pense nos gastos extras que teria se sua manutenção fosse terceirizada. Pense nos gastos extras no transporte de máquinas de e para a sua terceirizada. Pense principalmente que esta empresa poderá ser sua própria concorrente...

Sobre os gastos extras: a terceirizada também tem seus custos e lucros, que certamente embutirá no preço ofertado pelo serviço de conserto... O lucro deles pode comer seu próprio lucro.

Sobre os transportes: falando de máquinas pequenas, Até parece besteira, porém quando falamos de equipamentos que pesam mais de 30, 40, 50kg... A complexidade aumenta com o peso dos equipamentos (e por que não com a fragilidade deles?), e certamente o custo de transporte destas máquinas (e o risco de novas quebras), aumentam proporcionalmente.

Sobre a concorrência: como você, as empresas de manutenção também perceberam que o outsourcing é um bom negócio, ou seja, estão de olho nos seus clientes e certamente farão de tudo para demovê-lo de seu contrato com o cliente e poder oferecer o próprio serviço.

Reflita sobre a possibilidade de criar e manter uma área de reparo de impressoras na sua Empresa. Novamente, levante custos, planeje e tome sua decisão baseado em números e fatos, não porque seu amigo que possui uma empresa também montou.

Já quem tem esta linha montada, ou está planejando criar uma, as dicas são novamente sobre o ferramental disponível aos técnicos, treinamento dos envolvidos e uma área totalmente separada da área de remanufatura.

O ferramental é simples, até mais simples que a de remanufatura de cartuchos de toner. Chaves simples de Fenda e Philips, alicates de ponta, corte, martelete, ferro de solda e outras ferramentas de uso geral são as que devem constar em cima da bancada disponíveis ao uso. Invista em ferramentas de qualidade para seus colaboradores.

Os treinamentos para os envolvidos na manutenção devem ser constantes. Caso não tenha acesso aos treinamentos fornecidos pelos fabricantes das originais, valha-se dos treinamentos paralelos, como os do Instituto Cássio Rodrigues, InkPress e outros. Mantenha uma biblioteca de manuais de serviços (virtual ou não), e não se canse de buscar informações sobre novos equipamentos.

Um bom assunto foi dito no último parágrafo: pesquisa. Faça constantemente pesquisa nos sites dos fabricantes de equipamentos, como HP, Brother, Canon, Lexmark e outras, em busca dos novos e atuais modelos disponíveis para venda, e em especial, sobre as características de cada equipamento, para que todos os envolvidos nos processos de manufatura, manutenção de impressora, compras e venda de serviço estejam sempre atualizados. Não se esqueça de disponibilizar aos colaboradores esta biblioteca e incentive-os nesta leitura. Certamente seu negócio agradecerá.

Vendas
São evidentes os benefícios de se treinar constantemente seus vendedores com os equipamentos oferecidos por sua empresa, bem como sobre os suprimentos disponíveis para comercialização. Sua empresa deve ter o conhecimento dos custos, que é uma de suas principais armas, mas o conhecimento das máquinas e suprimentos é realmente importante.

Municie seus vendedores com os dados das impressoras que estão oferecendo. Cobre deles o conhecimento sobre estes equipamentos, e não economize em treinamento para eles. Novamente, investimentos nesta área podem lhe trazer grandes resultados financeiros.

Finalizando
Algumas empresas realmente se prepararam para o Outsourcing, porém são poucas no universo de ofertas deste serviço. A maioria dos empresários foi levada por receio de perderem seus clientes para a concorrência, e principalmente acredita que basta começar a comprar impressoras e instalar nos clientes, passando a cobrar um valor pré-determinado pela página. Uma fórmula mais permeada de sorte do que de sucesso, que já levou muitos à sérios problemas financeiros.

Lembrando o artigo sobre empreendedorismo, o planejamento de quais equipamentos usar, o conhecimento das próprias máquinas, seus custos de remanufatura e manutenção, monitoramento constante das novidades e o planejamento estratégico para a venda deste serviço são as chaves do sucesso do Outsourcing, que obviamente se alinham à visão do empresário, tornando um arriscado negócio a uma certeza de sucesso e lucros.

O Instituto Cássio Rodrigues foi fundado em 2006, pelo Eng. Cássio Rodrigues com o intuito de estudar, profissionalizar, qualificar e melhorar o mercado de remanufatura. Seu Fundador, hoje com mais de 16 anos de experiência no ramo e verificando os motivos porque tantas empresas têm dificuldades em manter os padrões de qualidade aliados a falta de conhecimento não apenas no que se refere a questões técnicas, mas também, comercialização, fornecimento e logística, criou o instituto onde o aluno encontra soluções para gerar um verdadeiro crescimento e lograr sucesso profissional. O mercado está mais exigente onde sobreviverão somente os melhores.
As marcas, modelos e imagens aqui postadas são utilizadas meramente em caráter informativo.
Contatos para consultorias: cassio@cassiorodrigues.eng.br

Impressora biológica permitirá o download de medicamentos e vacinas via internet




Venter (um dos primeiros cientistas a sequenciar o genoma humano) e sua equipe estão testando um “conversor digital biológico” que poderá servir de base para, no futuro, construir máquinas capazes de imprimir material biológico: proteínas, células e vacinas.
Em uma época em que somos capazes de imprimir objetos tridimensionais, a ideia de uma impressora de material biológico já não soa tão estranha. “É uma impressora 3D de DNA, uma impressora de vida”, disse o célebre geneticista Craig Venter, durante a Wired Health Conference em Nova York (EUA).
No evento, ele recordou um episódio ocorrido em 2009, na época em que a gripe H1N1 começou a se espalhar rapidamente. Impedido por autoridades, Craig não pôde levar amostras do vírus para fora da Cidade do México (EUA) onde estava trabalhando, o que atrasou os esforços de outras equipes para combater o surto. Se fosse possível digitalizar as informações do vírus, divulgá-las “pelo mundo todo” teria sido simples, e a produção da vacina, mais rápida.
Apesar dos benefícios evidentes, essa tecnologia futurista poderá esbarrar em questões de regulamentação de saúde pública. Afinal, pegar um vírus de computador é uma coisa, mas “imprimir” e injetar um remédio falso seria fatal. Caso se concretize, a “impressão biológica” exigirá alta precisão, pois qualquer mudança, por menor que seja, poderia alterar drasticamente uma proteína.
Venter também está fazendo testes com “vida sintética“, transferindo DNA de um tipo de célula para outra e usando seu “software genético” para reprogramar a hospedeira.[Wired]

Fonte: http://hypescience.com/impressora-biologica-permitiria-o-download-de-medicamentos-e-vacinas-na-internet/

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Ricoh lança no Brasil nova linha de produtos Aficio SP3510


A Ricoh Brasil, subsidiária do grupo industrial japonês Ricoh Company, acaba de anunciar no mercado nacional o lançamento da nova linha de produtos SP3510, composta por dois novos produtos: a impressora Aficio SP 3510DN e a multifuncional Aficio SP3510SF. Os dois novos equipamentos são projetados para pequenos espaços e escritórios.
A impressora 3510DN suporta uma resolução máxima de impressão de 1.200 x 1.200 dpi e imprime documentos profissionais a custo acessível, com velocidade de impressão de até 30 páginas por minuto. Seu tempo de aquecimento é de até 20 segundos e a velocidade da primeira impressão é de 8 segundos. Outros destaques da nova impressora são a facilidade de operação, design de fácil utilização e custo total de propriedade (TCO) mais baixo.
Já a multifuncional SP3510SF se caracteriza pela alta produtividade e versatilidade. Projetada pela Ricoh especialmente para atender as necessidades de fax, cópia e impressão a laser, o novo produto tem também velocidade de impressão de 30 páginas por minuto, com velocidade de primeira impressão de 8 segundos. Sua capacidade total de papel é de 550 folhas.
Os dois novos produtos da Ricoh oferecem design compacto e tecnologia reciclável de cartucho de impressão “Tudo em Um”. São ideais para grupos de trabalho corporativos, pequenas empresas e escritórios domésticos com necessidades de impressão a laser monocromáticas.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Seu equipamento é compatível com o Windows 8?

Sua impressora ou placa de vídeo pode precisar de novos drivers para funcionar com o sistema. Mas antes certifique-se de que elas não estão na lista negra de equipamentos incompatíveis.


Migrar para um novo sistema operacional é mais ou menos como se preparar para um primeiro encontro. Como ela é? Será que vamos nos dar bem? Somos compatíveis? E essa última pergunta é uma que milhares de usuários de PCs deverão fazer em 26 de Outubro, quando pensarem em atualizar suas máquinas para o Windows 8.
A boa notícia: ao contrário do doloroso processo de upgrade pelo qual muitos usuários passaram ao migrar do Windows XP para o Windows Vista, a mudança do Windows 7 para o 8 deve ser muito mais fácil. Ao menos é o que a Microsoft promete. O Windows 8 é compatível com todo o hardware desenvolvido para o Windows 7, diz Kevin Turner, COO da Microsoft. E fabricantes de PCs e de dispositivos, como a Canon, Epson e HP, nos dizem que vem trabalhando em conjunto com a Microsoft para se certificar de que seus aparelhos “simplesmente funcionem” quando plugados.
“O Windows 8 será lançado com suporte a mais de 450 produtos de impressão da Hewlett-Packard”, diz um porta-voz da HP. Os drivers serão integrados ao sistema e, se você não conseguir encontrar o correto para sua impressora, o Windows Update poderá ajudá-lo procurando online. Além disso, a HP irá oferecer um utilitário chamadoPrinter Install Wizard para quem precisar de mais ajuda. 
Ainda assim, o Windows 8 apresenta alguns desafios únicos. Será que seu tablet conseguirá conversar sem problemas com a impressora laser do escritório? Será que os recursos avançados de sua webcam se perderão na atualização por falta de um driver?

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Impressoras sob teste em um laboratório de compatibilidade da Microsoft

Analisando o panorama da compatibilidade com o Windows 8
A PCworld analisou detalhadamente os relatórios de compatibilidade e incompatibilidade de hardware com a versão “Release Preview” do Windows 8. Passamos um pente fino no banco de dados do “Microsoft Compatibility Center for Windows 8 Release Preview” em busca de problemas com impressoras, scanners, placas de som, webcams e mouses. E o que encontramos foi encorajador.
Dos milhares de produtos listados lá, só um punhado deles estão marcados como incompatíveis (veja a lista abaixo). O centro de compatibilidade usa dados obtidos através de pesquisas próprias, mas também leva em conta o feedback dos usuários do Windows 8 Release Preview.

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Lista de produtos reconhecidamente incompatíveis com o Windows 8

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Em contraste às versões anteriores do sistema, o Windows 8 tem uma interface gráfica dramaticamente diferente que provavelmente irá exigir atualizações de drivers caso você queira que seus periféricos se integrem de forma transparente com o sistema. Vou dar uma exemplo: a Epson atualizou o software de sua impressora nx430, originalmente projetada para o Windows 7. No Windows 8, o utilitário tem um visual muito mais elegante e está preparado para as telas sensíveis ao toque. Mas se um fabricante não oferecer um driver otimizado para o Windows 8, a Microsoft irá prover uma “interface genérica” para controle do aparelho, possivelmente com funções reduzidas.

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Central de impressão da Epson no Windows 7 (à esquerda) e no Windows 8 (à direita)

Michael Cherry, um analista da empresa independente Directions on Microsoft, aponta que você provavelmente não terá problemas de compatibilidade na atualização com aparelhos de grandes fabricantes como a Epson e HP. Mas os produzidos por pequenos fabricantes tem um risco muito maior de problemas, diz Cherry. “Se você não ganhou dinheiro com seu produto quando o Windows 7 saiu, que incentivo tem para investir o tempo e dinheiro necessários para escrever um novo driver compatível com o Windows 8?”
“Se os fabricantes de periféricos estão prontos para o Windows 8? Iremos descobrir em breve”, diz Cherry. Embora esteja impressionado com o Windows 8, o analista tem sua própria história de incompatibilidade para contar: ele está rodando o Windows 8 em um tablet da Samsung e reclama que sua multifuncional HP perdeu alguns recursos avançados, como a capacidade de mostrar os níveis da tinta e fazer impressão em duplex.

Conselhos ao atualizar seu desktop ou notebook para o Windows 8
Se você está pensando em migrar para o Windows 8, deverá rodar o Assistente de Atualização para o Windows 8 (que estará disponível no site da Microsoft quando o sistema for lançado) para determinar quais componentes de seu hardware podem não funcionar com o novo sistema. As listas de hardware incompatível podem variar, mas um item invariavelmente aparecerá como necessitando de uma atualização: o software para reprodução de DVDs. Isso porque a Microsoft removeu do sistema operacional a capacidade de tocar DVDs (embora continue a embarcar o Windows Media Player). Para isso você terá de instalar um player de terceiros, pago ou gratuito. Nossa recomendação é o VLC Media Player, que é gratuito.

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Assistente determina a compatibilidade de seu hardware, e software, com o Windows 8

Na verdade essa é mais uma questão de usabilidade do que um problema de compatibilidade. Mas é definitivamente um incômodo.

Entusiastas, você foram avisados!
Usuários de PCs desktop provavelmente terão menos problemas na atualização para o Windows 8 do que usuários de notebooks. Isso porque os fabricantes de notebooks tendem exercer um controle maior sobre o lançamento de drivers para suas máquinas. Drivers de vídeo podem ser particularmente problemáticos: mesmo notebooks de gerações recentes com GPUs modernas podem estar usando drivers antigos.
Considere a situação de um usuário do Windows 8 Preview Release que tem um notebook Dell equipado com uma GPU Radeon HD 7600M, um modelo bem recente. De acordo com um post deste usuário num site de suporte da Microsoft, o Windows 8 não carrega o driver da Radeon corretamente, e não há um driver atualizado no site de suporte da Dell.
É possível que tais drivers apareçam até 26 de Outubro, mas também é possível que ocorram atrasos. Mesmo que você compre um notebook capaz de rodar o Windows 8 e que venha com um cupom para um upgrade com desconto, pode ser mais interessante não fazer a atualização até que você possa confirmar que todos os drivers necessários estão disponíveis.
A Microsoft insiste que os drives atuais para o Windows 7 funcionam no Windows 8. Ainda assim, ao fazer isso o usuário verá uma mensagem dizendo que o software não foi assinado digitalmente para o Windows 8 e o funcionamento não é garantido. Nosso conselho? Não aposte nas alegações de retrocompatibilidade da Microsoft.
A migração do Windows 7 para o 8 será mais suave do que a que muitos usuários experimentaram durante a era do Vista. Mas nenhuma atualização de sistema operacional é isenta de problemas para todos os usuários.
* O editor sênior da PCWorld EUA, Loyd Case, colaborou neste artigo