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quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Impressora de Chocolate


A empresa Choc Edge desenvolveu o software para a Choc Creator. Uma impressora que usa chocolate para criar uma série de figuras.

O aparelho funciona a partir de um software de impressão 3D. Pode ser programado para criar desenhos com diferentes formas e níveis de complexidade. 
A impressora custa R$ 7,5 mil, aproximadamente. Ainda não há previsão de quando o equipamento chega ao Brasil com preços mais acessíveis.
Fonte:

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Disney desenvolve técnica de impressão 3D de displays luminosos



Enquanto as impressoras 3D existentes atualmente são capazes de obter alguns resultados bastante impressionantes, a técnica em geral ainda é limitada. No entanto, um estudo conduzido pela Disney Research desenvolveu uma técnica que poder revolucionar o segmento.
De acordo com o estudo, materiais transparentes podem ser utilizados pelas impressoras 3D para criar objetos com diversas funções interessantes, como a sensibilidade a toque e a presença de displays luminosos.. Para realizar essa última técnica, a impressora cria pequenos “encanamentos de luz” capazes de direcionar os raios luminosos para a superfície em que se deseja criar um display luminoso.
Além disso, a Disney Research também inova ao desenvolver uma técnica que monta os objetos da impressora 3D de uma maneira diferente. Em vez de imprimir diversas partes que serão montadas depois, a pesquisa aposta na montagem de objetos em camadas – técnica capaz de montar com precisão os “encanamentos de luz” das peças. Mais informações, em inglês, podem ser encontradas diretamente no estudo publicado pela Disney.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/impressora-3d/31041-disney-desenvolve-tecnica-de-impressao-3d-de-displays-luminosos.htm#ixzz29SmnW0UG

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Entendenda porque um cartucho de tinta custa caro



Antigamente, existia apenas um tipo de cartucho para modelos específicos de impressora. Esses cartuchos eram o que podemos chamar de “cartuchos de alta capacidade”, porque continham grande quantidade de tinta. Porém, as empresas começaram a perceber que as pessoas não estavam comprando cartuchos e sim impressoras. A venda dos cartuchos neste caso representa o retorno financeiro para a empresa para compensar a venda das impressoras por preços mais baixos, mas sem a venda dos cartuchos o prejuízo foi sinalizado.
Ainda no assunto de antigamente, as pessoas preferiam comprar impressoras novas do que cartuchos, porque uma impressora nova vem com cartuchos novos e como eles eram de “alta capacidade”, duravam mais. Se levarmos em conta uma impressora de R$300 com quatro cartuchos de R$40 cada, ao reabastecer sua impressora, em pouco tempo ele vai gastar mais com cartucho do que com o preço que pagou na impressora, por esta razão, um equipamento novo era mais vantajoso. (Na verdade é assim até hoje. Com o tempo você percebe que gasta mais com cartucho do que o valor pago pela impressora).
Diante do estoque parado, as empresas resolveram diminuir a quantidade de tinta do cartucho para que eles acabassem mais rapidamente e forçassem o consumidor a comprar o cartucho novo ao invés da impressora, já que ninguém vai comprar 1 impressora a cada 4 ou 6 meses.
A quantidade foi reduzida, mas o preço não diminuiu, e então temos no presente um mercado onde cartuchos originais custam caro e duram pouco. Já parou pra dividir o valor do cartucho pela quantidade de ml que ele possui? Imagine um cartucho com 4ml que custou 32,90. Fazendo as contas, significa que você paga R$8,22 por cada ml. Levanto em conta que 1ml é menos que uma gota… Podemos afirmar com certeza que a tinta pra cartucho é o líquido mais caro do mundo. Mais até do que o petróleo.
Pesquisa também é a alma do negócio. Faça a sua e compre consciente.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Conheça soluções da indústria para reciclagem de lixo eletrônico


Empresas adotam a prática da chamada logística reversa. O produto volta para onde foi fabricado e é reaproveitado como matéria-prima ou na forma de componente.

André Trigueiro

Os brasileiros entraram com grande entusiasmo na era da eletrônica, mas com pouquíssima disposição de reciclar o lixo eletrônico.
Segundo Ministério do Meio Ambiente, guardamos, no Brasil, 500 milhões de aparelhos sem uso em nossas casas. É muito lixo eletrônico. Quando se pensa em mundo, então, o número é mais impressionante.
O que se produz de lixo eletrônico por ano encheria tantos vagões de trem que daria a volta no planeta. A situação se agrava na proporção em que a vida útil dos aparelhos diminui. Um computador é trocado, em média, a cada dois anos. O celular, menos que isso (22 meses); a TV dura 10 anos; um DVD, entre quatro e cinco anos.

Isso faz com que o Brasil descarte, por ano: 97 mil toneladas de computadores; 115 mil toneladas de geladeiras; 140 mil toneladas de TVs; 2,2 mil toneladas de celulares; um bilhão de pilhas.

Nós já mostramos iniciativas públicas e de Organizações Não Governamentais (ONGs) para reciclar esse material que dão muito certo, mas o que muitos não sabem é que também existe a logística reversa - traduzindo: o produto volta para onde foi fabricado. É reciclado e reaproveitado, seja na forma de componente, seja como matéria-prima.

A Política Nacional de Resíduos Sólidos tornou a logística reversa uma obrigação para todas as empresas do país. Deu prazo para que funcione e as empresas estão tratando de se adequar.

Não precisa esperar muito para aparecer mais gente com aparelhos velhos numa assistência técnica. “Liguei no serviço de atendimento ao consumidor e me informaram que essa era a loja mais próxima da minha residência”, fala a aposentada Thais Amaral Melo.

“A partir da assistência técnica uma empresa especializada coleta o produto. Ela desmonta esse aparelho e destina as peças adequadamente. Nós iniciamos esse programa em março de 2010 e até hoje nos coletamos cerca de 300 toneladas de produtos entre equipamentos, pilhas e baterias e de outros”, diz o diretor de sustentabilidade da Phillips, Márcio Quintino.

“Tem farmácias em São Paulo que aceitam pilhas, tem lojas de celular que aceitam celular usado, e tem uma rede de supermercado que aceita tanto óleo de cozinha, papelão, garrafa”, conta Thais.

Um banco, por exemplo, tem um papa-pilhas em quase todas as agências e não é só pilha que se encontra no local: baterias, celulares, cartuchos. Tudo recolhido e levado para a reciclagem.

“Nós já arrecadamos cerca de 702 toneladas. Na verdade vem superando a expectativa”, conta o gerente regional de atendimento Santander, Ricardo Fingolo.

Numa grande empresa de computadores e impressoras, o conceito de reciclagem está em todas as etapas da produção. As folhas de teste das impressoras viram caixa para embalar o produto. As caixas de papelão são reutilizadas oito vezes pelos fornecedores. Os cartuchos devolvidos viram matéria-prima e cada impressora, por exemplo, sai do local com um chip de identificação próprio, uma espécie de DNA da máquina.

“É identificado que produto é, do que ele é composto e como é que deve ser feito o processo de descarte dele. Peça por peça, parte por parte”, explica o vice-presidente de Impressão da HP, Cláudio Raupp.

A empresa não divulga quanto investe e muito menos quanto ganha de retorno com o programa, mas afirma que, com a cadeia produtiva sustentável, em um ano transformou um 1,3 bilhão de garrafas plásticas em matéria-prima, reduziu 22% da pegada de carbono e poupou 70% de água, quantidade suficiente para abastecer três milhões de casas.

“O consumidor tem um papel extremamente relevante porque na reciclagem e na sustentabilidade ele é que toma a decisão de fazer o descarte, ele é que toma a decisão de separar o lixo, naturalmente que a legislação existe, a regulação existe, mas se o consumidor não fizer o papel dele, a cadeia toda não vai funcionar”, completa Raupp.

Portanto, se você está aí em casa pensando nos aparelhos que não usa mais, mãos à obra. Afinal, segundo a ONU, se ninguém fizer nada, a previsão é de que em 2015 o mundo esteja produzindo 150 milhões de toneladas de lixo eletrônico por ano. Imagina só como o nosso planeta vai ficar.
  

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Evento discute cenário da política de resíduos eletrônicos







O tema gestão de resíduos sólidos é um dos destaques da programação da  segunda edição do Forum Green Tech, principal evento sobre sustentabilidade no segmento de TIC (TI e telecom), que se aconte no dia 30 deste mês, em São Paulo.  

Duas palestras discutirão o assunto ao longo do evento. Uma delas, com o tema “Cenário Internacional de Gestão de Resíduos Sólidos”, será proferida pelo diretor técnico mundial da ISWA (International Solid Waste Association), Antonis Mavropoulos. A ISWA é uma associação internacional, independente e sem fins lucrativos, criada para promover o desenvolvimento profissional da gestão de resíduos no mundo. Mavropoulos explicará quais os principais avanços e tendências neste segmento.

A segunda palestra, “Cenário pós-aprovação do Plano Nacional de Resíduos Sólidos – Uma visão crítica”, será proferida pelo diretor de responsabilidade socioambiental da Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica), Andre Luis Saraiva, que vai mostrar quais os avanços e as limitações da regulamentação da Política Nacional de Resíduos Sólidos. O tema será em seguida debatido pelos representantes de entidades do setor, como a Abraps, Abree, Abere e o CTI ,de Campinas.
O Forum Green Tech vai ainda debater a questão da governança e gestão alinhadas à sustentabilidade em TICs, tema fundamental para executivos de governo, das empresas, entidades e instruções do setor. O evento também apresentará cases da Volkswagen, e o seu projeto de escritório sustentável, e da Odebrecht, e o seu projeto de cidade compacta sustentável.

A promoção é da revista TI INSIDE e a organização da Converge Comunicações. O programa completo do Forum Green Tech e mais informações sobre o evento podem ser obtidas pelo site www.convergecom.com.br/eventos  ou pelo 0800 7715028.

Fonte: TI Inside

terça-feira, 9 de outubro de 2012

OKI já imprime a branco


oki branco
A OKI acaba de apresentar as primeiras impressoras LED com toner branco, que vêm alargar os horizontes da criatividade e do design, permitindo a impressão em suportes de qualquer cor, incluindo transparências.
Com as impressoras C711WT e C920WT da OKI, as empresas passam a dispor de uma maior flexibilidade nos seus processos criativos. Ao associar a impressão a cores LED (de A4 a A3+ de alta definição) à tecnologia de toner branco, a gama WT da OKI permite imprimir in-house numa enorme variedade de suportes e aplicações, que anteriormente exigiam técnicas de revisão ou impressão em gráficas.
“Até agora, para se alcançarem resultados gráficos de elevada qualidade, seriam aconselháveis processos de impressão com telas ou jato de tinta, lentos e dispendiosos, muito susceptíveis ao erro humano e potenciadores do desperdício. A partir deste momento, com a gama de impressoras WT da OKI, estes problemas ficam ultrapassados, pois estes novos modelos, além de versáteis e fáceis de utilizar, não obrigam a um processo de secagem dos materiais, aceleram os processos de impressão e representam custos incomparavelmente inferiores às alternativas disponíveis” – explica Carla Andrade, Product Marketing Manager da OKI Systems Portugal.
A impressora A4 C711WT disponibiliza impressão a quatro cores (CMY+branco), a 8 páginas por minuto (ppm) em modo de transparência e 34 ppm com papel normal. Por seu turno, o modelo A4/A3 C920WT foi concebido a pensar num volume de trabalho mais elevado, debitando entre 10 e 31 ppm A4, em transparências e papel comum, respectivamente. Estes novos equipamentos permitem utilizar diferentes tipos e formatos de papel, facultando um resultado final de elevada qualidade e resistência, menos susceptível de deterioração em comparação com as alternativas a jato de tinta. Para além das aplicações em trabalhos gráficos avançados, apresentam igualmente vantagens em utilizações mais lúdicas ou utilitárias, tais como a impressão de imagens para tecido, cerâmica, plástico transparente, letreiros, ou em autocolantes para vidro.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Copa mais “verde”

MMA discute a adoção de projetos de redução das emissões de gases poluentes decorrentes das obras do torneio

Lucas Tolentino

Mesmo com os inúmeros benefícios para o Brasil, a Copa do Mundo de 2014 pode gerar impactos ambientais nas cidades que sediarão os jogos do torneio. Para evitar consequências negativas ligadas às mudanças climáticas, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) trabalha ações com o objetivo de transformar o torneio em uma Copa Verde, com enfoque na sustentabilidade das obras em andamento nas 12 cidades-sede.

O aumento no consumo de energia, a construção de estádios e o deslocamento urbano aparecem como as principais ameaças para o meio ambiente. “A Copa do Mundo tem um grande potencial de transformação e consolidação das tecnologias de baixo carbono”, justifica a gerente Karen Cope, da Secretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental (SMCQ) do MMA. “É importante deixar, após o evento, um legado de economia verde”.

Tatu-bola: mascote da Copa caiu no gosto popular

GESTÃO

A Câmara Temática de Meio Ambiente e Sustentabilidade, criada em função da Copa do Mundo, é onde se discute os temas ambientais ligados ao evento. No âmbito das mudanças climáticas, as iniciativas se concentram na gestão das emissões de gases de efeito estufa. Entre elas, está o guia para elaboração de um inventário, com o objetivo de subsidiar a execução de obras sustentáveis nos estados. 

Uma parceria com a Embaixada Britânica possibilitou a realização de oficinas de capacitação com representantes de várias cidades-sede. A cooperação tem permitido que as orientações e alternativas sigam as diretrizes do Useful Simple Projects, entidade responsável pelo inventário de emissões de gases de efeito estufa das Olímpíadas de Londres, realizadas neste ano. 

EXEMPLOS

Karen Cope defende que as medidas da Copa Verde considerem experiências vividas por outros países que sediaram grandes eventos. Segundo ela, as duas últimas Copas do Mundo, realizadas na África do Sul (2010) e na Alemanha (2006), já levavam em consideração aspectos ambientais. “Em muitos casos, tentam compensar as emissões por meio de reflorestamento”, afirma. Mas o que queremos é não emitir gases de efeito estufa”. 

O projeto da Copa Verde envolve diversos órgãos do Executivo. O acordo de cooperação celebrado entre o MMA e o Ministério do Esporte determina que haja um esforço conjunto na incorporação da esfera ambiental às obras decorrentes da competição. Firmado em 2010, o pacto tem, ainda, o objetivo de assegurar o envolvimento dos governos estaduais e municipais no processo.


Fonte: Ministério do Meio Ambiente.



Etiquetas Jadi ou Canal Verde, a opção é sua a qualidade é nossa.


A Canal Verde, líder na distribuição de insumos e suprimentos para impressão no Brasil, oferece opções diferentes de etiquetas para comercialização dos Toners em garrafas. 



Na opção de etiqueta Canal Verde, você tem nossa marca estampada e a certeza de comprar a qualidade que há mais de 20 anos conquista o mercado.  Na opção de etiqueta JADI, parceira exclusiva Canal Verde no Brasil, você compra o produto com o selo do melhor fabricante de pó de toner do mundo.
Seja qual for sua escolha, nós garantimos a melhor qualidade.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Bilionária de 56 anos tenta salvar HP do precipício


Aos 56 anos, Meg Whitman já descobriu o que fará no terceiro ato de sua vida. Há pouco mais de um ano, a executiva (que se tornou bilionária como presidente do eBay e gastou uma fortuna tentando se eleger governadora da Califórnia) é a CEO da HP (Hewlett-Packard).

Hoje, a maior companhia do setor tecnológico americano em termos de receita parece ter sido jogada para escanteio. Desde que Meg assumiu a empresa, as ações despencaram em 24%. Ontem, chegaram ao menor patamar dos últimos dez anos.

Apesar de investir US$ 4 bilhões anuais em marketing, a HP vem sofrendo a mais rápida erosão entre as grandes companhias mundiais, de acordo com o grupo publicitário WPP.
Por que então aceitar o cargo? Parte da resposta pode estar no novo slogan que ela propõe para a empresa: "Fazendo importar".

Meg Whitman acredita na HP e que a companhia é importante para o Vale do Silício, a Califórnia e o planeta.

A executiva quer uma nova empresa, com mais foco no consumidor e na informação onipresente. Sua ideia é reformular os computadores com telas que possam ser removidas para funcionar como tablets, parecidos com o iPad, da Apple.

Segundo a executiva, a HP também irá ingressar no mercado de aparelhos móveis. As impressoras da companhia, sob ataque de concorrentes mais baratos, também estão sendo reformuladas.

DECLÍNIO
Administrar o declínio, ou, como prefere a CEO, "a transformação de antigos negócios", é sempre uma tarefa difícil para um executivo.

Paul Sancya/Associated Press
Meg Whitman, executiva-chefe da HP, num evento político em 2008
Meg Whitman, executiva-chefe da HP, num evento político em 2008


Para superá-lo, Meg vem tentando reproduzir o velho estilo dos cofundadores da HP, William Hewlett e David Packard: ela espera na fila para fazer refeições na cantina, faz videoconferências com os funcionários e pergunta se pode se sentar ao lado de seus subordinados.

"Não há nada de errado em comandar um negócio em declínio, desde que você esteja administrando esse declínio", diz. "Mas não é viável ter uma empresa que esteja inteira dessa forma."

Para Marc Andreessen, investidor do Vale do Silício e membro do conselho da HP que ajudou a contratar Meg, "ela compreende os clientes e o negócio". Embora não seja engenheira, "sabe muito bem como conversar com engenheiros".


PLANOS

Na tentativa de retomar sua posição de marca, a empresa espera vender mais computadores pessoais a partir de outubro.

Neste ano, a executiva dobrou a equipe de designers da divisão de computadores que agora conta com 60 pessoas --ainda pequena se comparada à da Apple.

Na apresentação anual da HP a investidores, ela culpou as várias mudanças em cargos de alto escalão nos últimos anos pela lentidão na recuperação da companhia.
Segundo ela, deve demorar até o ano fiscal de 2014 para que a recuperação torne-se visível.

"O grande desapontamento deriva do fato de que espera-se que as coisas piorem (no ano fiscal de 2013)", disse o analista Amit Daryanani, da RBC Capital Markets.
Tradução de PAULO MIGLIACCI

Tempo de decomposição de alguns materiais

Você sabia que várias coisas que já não tem mais utilidade podem ser reaproveitadas e voltar a ter utilidade?

Pois é, isso se chama reciclagem!

A reciclagem é um conjunto de técnicas que tem o objetivo de aproveitar os restos e reutilizá-los no processo de produção de que saíram. Eles são desviados, coletados, separados e processados para serem utilizados como matéria-prima na fabricação de novos produtos.

O lixo de gerações

Cada brasileiro produz cerca de 500 gramas de lixo por dia. Olhando assim, parece pouco, mas, somando a população brasileira você vai ver que toso esse lixo se transforma em um enorme bolo de milhões de toneladas.
Quando o caminhão de lixo passa para recolher os sacos, ele é levado para um terreno chamado de aterro sanitário ou lixão. Porém devido o aumento da população, a quantidade de lixo também aumenta, e isso está fazendo com que não haja mais espaço para tanto lixo.
Na natureza, toda a matéria orgânica viva se decompõe rapidamente e ainda ajuda a tornar a terra mais fértil para alimentar novos seres que virão. Mas, com os seres humanos é diferente, porque são os únicos seres vivos que produzem coisas artificiais, e, algumas delas como latas de refrigerante, plástico e vidro levam uma eternidade para se decompor.
Confira na tabela abaixo com alguns desses ‘lixos de gerações’:
Material
Tempo para decomposição
Jornais
De 2 a 6 semanas
Embalagens de papel
De 3 a 6 meses
Fósforos e pontas de cigarros
2 anos
Chiclete
5 anos
Nylon
30 anos
Tampas de garrafas
150 anos
Latas de alumínio
De 200 a 500 anos
Isopor
400
Plásticos
450 anos
Fralda descartável comum
450 anos
vidro
1.000.000 de anos (um milhão)

Como reciclar?

A reciclagem começa dentro de casa, pois é necessário a separação e preparação do lixo.
Por exemplo: As pilhas não devem ser misturadas com o lixo comum (restos de comida), pois contem substâncias tóxicas.
O lixo deve ser separado lixo reciclável como o plástico, o papel, o vidro e o metal.
Daí quando tudo estiver corretamente separado, é só levar para os Pontos de Entrega Voluntária (P.E.V.), espalhados pelas cidades do Brasil. Ou então, você pode levar para o local mais próximo da sua casa onde existem aquelas latas grandes e coloridas com os símbolos de cada material.
Conheça os símbolos e as cores para cada tipo de material, espalhados no mundo inteiro:
RECICLÁVEL
NÃO RECICLÁVEL
PAPEL
PAPEL
Jornais e revistas
Fitas adesivas
Folhas de caderno
Papel carbono
Caixas de papel
Papeis sanitários
Cartazes
Papeis metalizados
Guardanapos
fotografias
PLÁSTICO
PLÁSTICO
Garrafas de refrigerantes
Cabo de panela
Embalagens de produtos de limpezas
Tomadas
Copinhos de café
Embalagens de biscoito
Embalagem de margarina, canos e tubos
Misturas de papel, plásticos e metais
Sacos plásticos em geral
Metal
Metal
Latinhas de aço (de óleo, de salsicha)
Pilhas
Latinhas de alumínio (como as de refrigerante)
Esponjas de aço (aquelas usadas para lavar louça)
Panelas
Clips
Pregos
Grampos
Arames
VIDRO
VIDRO
Garrafas de todos os tipos
Espelhos
Copos
Lâminas
Potes
Porcelana
Frascos
Cerâmica
Depois de separado o material vai para a central de triagem no Departamento de Limpeza Urbana (D.L.U.). Lá o ele é colocado em uma esteira rolante para a seleção do que pode e o que não pode ser reciclado.
Confira abaixo o que pode e o que não pode ser reciclado:
A reciclagem tem um papel fundamental no meio ambiente, pois além de diminuir o acúmulo de lixo nas áreas urbanas, ela ainda faz uma “economia” dos recursos naturais.
E cada um de nós só tem a ganhar com isso, pois se o meio ambiente está bem, nós também estamos.
Fonte: www.fiocruz.br




EFI redefine mercado de impressão digital em cerâmica com tecnologia de última geração Cretaprint e Fiery


A EFI™ anunciou a impressora Cretaprint® C3 EFI com o Fiery® ProServer para Cretaprint, a primeira interface digital do mundo para o crescente mercado de criação de imagens em cerâmica. Representando uma nova geração de impressoras a jato de tinta para cerâmicas, a impressora multifuncional e digital para decoração em cerâmica Cretaprint C3 aproveita cinco anos de trabalho de pesquisa e desenvolvimento, combinando o conhecimento e os comentários dos clientes em seus 15 anos de atuação no mercado. 
 
A primeira impressora Cretaprint C3 EFI foi instalada em El Barco, na Espanha. “A impressora a jato de tinta C3 de última geração da EFI Cretaprint fornece a impressão da mais alta qualidade disponível em cerâmica”, afirma Jose Carlos Fernandez, diretor de tecnologia em El Barco. “Com cores mais intensas, mais flexibilidade, maior rendimento e uma excelente interface de usuário, essa recente tecnologia a jato de tinta ajuda nossas empresas a serem mais produtivas, lucrativas e a crescer superando as expectativas dos clientes”.
 
“Esta é a terceira geração de impressoras digitais de cerâmica da Cretaprint e ela mudará completamente o setor”, afirma Ghilad Dziesietnik, diretor de tecnologia da EFI. “O mercado de criação de imagens em azulejos está passando rapidamente para a era digital, e a EFI Cretaprint vem liderando essa transformação no mundo todo. A Cretaprint C3 permite aos clientes acelerar as linhas de produção e criar produtos com valor agregado graças às inovações em cada área da impressora. Essa é o equipamento mais flexível, confiável e produtiva já construída para o mercado de cerâmicas”.
 
A Cretaprint C3 possui um só gabinete capaz de acomodar até oito barras de impressão, que são fáceis de acessar devido ao novo design de barra deslizante e pode ser configurada independentemente para impressão e efeitos de decoração especial. O sistema multifuncional flexível e inovador oferece mais de 1.000 configurações personalizáveis, de largura e velocidade de impressão à direção da impressora e descarga de tinta e permite trabalhar com diferentes cabeças de impressão na mesma máquina – algumas para impressão e outras com descarga de tinta mais intensa para aplicar efeitos de decoração especial. Seu design e tamanho compactos permitem que ela seja incorporada com facilidade à linha de produção de azulejos existente. 
 
A Cretaprint C3 EFI vem com um Fiery proServer opcional, a primeira solução de gerenciamento de cores dedicada ao mercado de cerâmica, redefinindo o design e o processo de produção de cores na área de criação de imagens em cerâmica, o que gera resultados previsíveis, controlados e automatizados. O fluxo de trabalho em cerâmica de Fiery serve como ponte entre a produção em um ambiente de impressão em cerâmica e as soluções de gerenciamento de negócios. O fluxo de trabalho reduz o desperdício, aumenta a produtividade e a lucratividade por meio de processos baseados em medições que eliminam a abordagem de tentativa e erro em relação ao gerenciamento de cores. Para mais informações sobre a Cretaprint C3 EFI e o Fiery proServer, acesse www.efi.com/cretaprint 

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Cientistas desenvolvem impressoras que produzem tecido humano em 3D


O cientista Vaidehi Joshi prepara um componente para colocar em ação a impressora celular da Organovo, que produz tecidos humanos vivos em 3D, em San Diego, na Califórnia. Em cerca de uma dezena de laboratórios de grandes universidades e de empresas, engenheiros biomédicos estão trabalhando para descobrir maneiras de imprimir tecidos humanos vivos, na esperança de um dia conseguir produzir partes personalizadas de corpos e implantes sob encomenda. 

Apesar de ainda estarem longe de ser utilizadas clinicamente, essas experiências relacionadas à engenharia de tecidos humanos representam o próximo passo em um processo batizado de fabricação adaptativa computadorizada, no qual designers industriais produzem protótipos personalizados e partes acabadas de corpos utilizando impressoras 3D de baixo custo.

Em vez de produzir objetos de plástico, metal ou cerâmica, essas impressoras médicas 3D soltam esguichos de células vivas. Os pesquisadores chamam a técnica de bioimpressão. Essas máquinas são capazes de criar estruturas de tecido, camada a camada, e de gerar qualquer forma em 3D, como tubos que serão utilizados como vasos sanguíneos, cartilagens moldadas para compor articulações ou pedaços de pele e músculos para criar band-aids vivos, mostraram estudos recentes realizados em laboratório.

"É possível imprimir um tecido pedacinho por pedacinho", disse Gordana Vunjak-Novakovic, bioengenheira do Laboratório de Células-Tronco e Engenharia de Tecidos da Universidade de Columbia. "A bioimpressão é uma técnica muito inteligente que trouxe um uso totalmente novo para um equipamento muito antigo que todos nós temos em casa, que é a impressora a jato de tinta."

Na Universidade de Cornell, em Ithaca, no Estado de Nova York, pesquisadores estão imprimindo válvulas cardíacas experimentais, cartilagens de joelho e implantes ósseos. Na Universidade Wake Forest, na Carolina do Norte, bioengenheiros estão imprimindo células renais. Seus colegas estão produzindo uma impressora portátil para imprimir tecidos curativos diretamente sobre queimaduras ou machucados. Na Universidade de Missouri-Columbia, pesquisadores imprimiram vasos sanguíneos passíveis de serem utilizados e fibras de músculo cardíaco que ativam os batimentos.

No futuro, os engenheiros biomédicos esperam conseguir imprimir tecidos feitos sob medida, que serão utilizados em cirurgias, além de órgãos inteiros, que poderão ser empregados em transplantes para eliminar a longa espera dos pacientes que aguardam órgãos de doadores compatíveis, além de acabar com o risco de seus corpos rejeitarem os tecidos recebidos.

"Essa tecnologia tem, claramente, muitas aplicações", diz o biofísico Gabor Forgacs, da Universidade de Missouri-Columbia, que auxiliou no desenvolvimento da tecnologia da bioimpressão. Mas essa tecnologia ainda terá de enfrentar muitos obstáculos. Pode levar cinco anos ou mais até que o mais simples desses protótipos experimentais esteja pronto para ser usado em testes clínicos. Entre os problemas que podem ocorrer estão o desafio de manter grandes estruturas de tecido vivas diante da falta de ferramentas computadorizadas para a produção de órgãos personalizados.

"Várias empresas de biotecnologia estão avaliando o terreno para tentar descobrir qual é o valor de mercado dessas bioimpressões", disse o engenheiro de robótica Hod Lipson, diretor do Creative Machines Lab, de Cornell, e coautor de "Fabricated: The New World of 3D Printing" ("Fabricado: o Novo Mundo das Impressões em 3D", em tradução livre).

Liderando esse mercado está a Organovo Inc., empresa sediada em San Diego, na Califórnia, que lançou as primeiras bioimpressoras 3D comerciais em 2010, utilizando tecnologia desenvolvida pelo doutor Forgacs, da Universidade de Missouri-Columbia, e pelos pesquisadores da Universidade Clemson.

Até o momento, a empresa produziu dez de suas bioimpressoras "NovoGen", ao custo de vários milhares de dólares cada uma. A companhia não revela informações precisas referentes a seus custos. "O equipamento permite que a gente imprima estruturas de tecido humano funcionais e vivas", diz Keith Murphy, diretor-presidente da Organovo.

A Organovo ainda não comercializa suas bioimpressoras. Por enquanto, a empresa apenas mantém os equipamentos para seus próprios projetos de desenvolvimento de produtos. Mas a Organovo compartilha suas bioimpressoras com outros pesquisadores por meio de parcerias com a Pfizer Inc., a United Therapeutics Corp. e a Faculdade de Medicina Harvard, entre outras instituições. Murphy recusou-se a revelar detalhes sobre esses acordos ou a dizer que tipos de produtos de células bioimpressas estão sendo desenvolvidos.

O equipamento da Organovo é programável e tem bicos impressores guiados a laser capazes de expelir "tintas" compostas por diferentes misturas de células. Cada gota de tinta é formada por uma solução que contém cerca de 10.000 a 30.000 células. A bio-tinta geralmente é composta de uma mistura obtida de uma cultura de células-tronco retiradas da medula óssea ou da gordura de doadores. Essas células podem, em seguida, transformar-se em vários tipos diferentes de células necessárias para construir os tecidos.

"Utilizamos blocos de células para compor uma estrutura em 3D, quase como se estivéssemos construindo alguma coisa com peças de Lego", afirma Murphy. "As células fazem todos os acabamentos sozinhas".
Para manter a estrutura da célula no formato desejado, a impressora dispõe camadas de gel solúvel em água ao mesmo tempo em que libera as células. "É como imprimir um molde ao mesmo tempo em que você imprime as células", diz Sharon Presnell, diretora de tecnologia da Organovo. "Isso ajuda a dar forma à peça que está sendo impressa."

Assim que a impressão é concluída, o tecido geralmente é capaz de se manter sem nenhum tipo de suporte após um período de 24 horas. Só então o molde de gel pode ser retirado. O tecido é mantido vivo em um bioreator banhado em nutrientes. Em geral, são necessárias mais três semanas para que o tecido fique forte o suficiente, o que ocorre à medida que as células constroem vínculos entre si. Os tecidos finalizados impressos dentro de tubos, como os vasos sanguíneos, são capazes de suportar uma força cerca de seis vezes superior à força normal da pressão sanguínea do corpo humano — que, ainda assim, representa apenas a metade da força de um vaso sanguíneo natural.

Cada tipo de órgão e tecido tem sua própria e complicada arquitetura interna. Na Organovo, os pesquisadores acreditam que existem padrões básicos de células que, uma vez completamente compreendidos, podem ser prontamente duplicados pela técnica da bioimpressão.
"A maior parte dos tecidos é de unidades repetitivas", diz ela. "O fígado é formado por uma série de glóbulos. O rim é formado por um conjunto de pirâmides. O corpo é um conjunto de tubos."
Até o momento, a bioimpressão tem apresentado um desempenho melhor na produção de estruturas celulares relativamente simples, com espessura de poucas centenas de mícrons — o equivalente a alguns fios de cabelo humanos —, formadas por cerca de 20 e poucas camadas de células. Entre outras coisas, tecidos maiores quando impressos, como cartilagens, geralmente não são fortes o suficiente para aguentar sozinhos o desgaste natural do corpo humano.

Mas, mais importante, segundo engenheiros biomédicos, é o fato de eles ainda não terem dominado a técnica de imprimir as redes microscópicas de capilares que correm entre as camadas de células e mantêm os tecidos normais vivos.

"Um dos grandes desafios é descobrir como alimentar esses tecidos", diz Christopher Chen, diretor do Laboratório de Microfabricação de Tecidos da Universidade da Pensilvânia, no Estado de Filadélfia.
Apesar dessa restrição, essas tramas tridimensionais rudimentares de células humanas podem se mostrar valiosas para os esforços de pesquisa voltados ao descobrimento de novos medicamentos e aos testes de segurança pré-clínica, dizem pesquisadores.

Agrupadas em uma estrutura tridimensional, as células humanas se comportam de maneira mais normal do que quando se encontram em culturas de uma camada única e isolada, como são costumeiramente cultivadas na maior parte dos testes de laboratório, segundo os pesquisadores. Isso implica que aglomerados de células bioimpressas podem apresentar cenários mais realistas para estudos farmacêuticos, comparativamente às culturas de laboratório tradicionais e aos testes realizados com animais, que muitas vezes podem produzir resultados médicos dúbios ou equivocados.

"Com o passar do tempo, a técnica da bioimpressão será cada dia mais utilizada em testes e no desenvolvimento de medicamentos", diz Lipson, da Cornell. No curto prazo, a Organovo está se concentrando no desenvolvimento de culturas de células em 3D que poderão ser utilizadas para estudos voltados à descoberta de medicamentos e em testes de toxidade, que compõem um mercado mundial avaliado em cerca de US$ 11 bilhões por ano, segundo a BCC Research. Em março passado, a agência nacional americana de incentivo à pesquisa médica, NIH, repassou à empresa US$ 290.000 para a realização de estudos sobre como imprimir células hepáticas em 3D — tipo de célula importante para testes toxicológicos.

Ainda são necessários avanços nos programas de computador que permitirão aos médicos transformar, sempre que necessário, os resultados de exames de raio X e de tomografia computadorizada em diagramas digitais para a obtenção de impressões de partes do corpo, dizem pesquisadores. "Nós temos máquinas capazes de fazer quase qualquer coisa, mas ainda não temos todas as ferramentas de design para produzir tudo o que queremos", disse Lipson. "Na área de bioimpressão, não há nenhum software de design capaz de produzir partes do corpo humano."

No longo prazo, a bioimpressão deverá gerar preocupações éticas, à medida que os engenheiros responsáveis pela produção de tecidos migrem da substituição e da renovação de partes do corpo humano para a melhoria dessas mesmas partes, segundo Lipson. "A questão desse tipo de melhoria sempre esteve aí, mas essa novidade a torna mais urgente", segundo ele. "Se você é um atleta com cartilagens de joelho aperfeiçoadas, será que você deveria ser desqualificado por ser mais vigoroso?"